quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Capitão Donatário em Tons Crus e Apimentados

Recomendação de leitura
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Livro: Nova Lusitânia
Autor: Aydano Roriz

Este livro documenta tramas, vidas e locais cuja leitura é um pitoresco reencontro com a colonização do Brasil. É uma teia de personagens, acontecimentos e sentimentos tão bem urdida num fundo histórico que nos faz sentir a época e os episódios como se os vivêssemos. Li-o sem respirar, como a minha avó comia os mil-folhas, saboreando gulosamente, uma a uma, até à última migalha. É um vibrante retrato do século 16, acompanhando Duarte Coelho, o herói, de menino, no Porto, a primeiro capitão donatário da Nova Lusitânia. Naquela cidade é introduzido nas intimidades da corte, onde uma amante de D. Manuel I o iniciou nos prazeres da carne e o vicia num certo prato. Depois, no Funchal, os passos do então Beleguim são narrados em cores vivas e sensualidade latente... que impele o leitor a espreitar o empernanço de uma magricela ao jovem Duarte! E plebeísmos arcaicos como zé-das-couve ou esticou as canelas transportam-nos a esse tempo e à crueza das falas, deixando-nos rendidos às dos navegadores: “Judeus – cagam, peidam, mijam... São gentes iguais à gente”. Já na capitania, vemos o agora Dom Duarte entre engenhos de açúcar, cavalos e degredados em situações apimentadas. Roriz mostra-o ainda hábil a lidar com padres, índios e mulherio, chegando a pintá-lo de ousado parteiro... No final, o bastardo de mãe de baixo nascimento, é um grande senhor brasilenho com ambições de fidalguia. Eis, meu amigo, um romance sedutor, com paisagens plausíveis, bravos feitos, gordas cobiças e em que também testemunhamos amores em modos que já não há. Tudo num bom ritmo, com figuras de estilo qb e laivos históricos que nos cativam página a página, que todas li sofregamente. 16.Janeiro.2009

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Juiz postergado pela história

O Juiz Edgar Lopes disse, na TSF, não sei quê... postergado. A escrever assim as suas sentenças, o juiz gasta o tempo a consultar dicionários. O de português erudito, o da populaça, o do calão e o da gíria, o de sinónimos e as folhinhas dos antónimos. Sem esquecer o das expressões latinas. E o do latim jurídico! E a sentença em lume brando, à espera de palavrões que nem 5% dos portugueses percebem o seu significado!!! Não vale a pena atirar pedras à lei, ao legislador, ao governo e ao parlamento se os juizes continuarem a escrever como o Juiz Lopes usou postergado. Quem, cidadão comum, percebe!? E ninguém me faz crer que as sentenças quilométricas não podem ser reduzidas a metade, a um terço ou às linhas estritamente necessárias para fundamentar o necessário. Sem rodriguinhos. --

domingo, 25 de janeiro de 2009

Garras Almiscaradas

Contito Infantil para Adultos


No tempo em que os animais falavam, era uma vez uma Leoa… Uma bonita Leoa, enérgica e alegre, uma Leoa simpática a quem só destoava um pelito na venta, coisa pouca!
Num certo dia de verão, a Leoa olhou para o céu aguado e sentiu-se melancólica, espreitou as mensagens no computador a e só viu tangas, sondou o frigorífico e sentiu-se vazia. Nada, nada! Nadinha que jeito tivesse! Deu-lhe cá com um amoque, como às vezes lhe acontecia...
Desconsolada, saiu desabrida. Andou por aqui e por ali para desmoer o amoque, cirandou por ceca e meca e o amoque de pedra e cal! Farta dessa cega-rega voltou a casa e atirou-se ao portátil. Abriu o coração e pespegou num texto o que lhe ia na alma. Deu-lhe um título assim-assim, mas o sumo tinha sabor agradável, com belos nacos agridoces. Acalmou-se. Olha, isto é bom para os meus fígados, disse a Leoa, alivia-me, seca-me o amoque.
Tomou-lhe o gosto. Quando o amoque se metia com ela, a boa da Leoa metia-se com o computador e descarregava nele as adrenalinas, branqueava os dias cinzentos e até esquecia os atiradiços pastéis de Belém a chamá-la lá do fundo de uma gaveta aferrolhada a sete chaves. Tinha encontrado um remédio santo. A Leoa que às vezes estava com o amoque tinha encontrado um tomba-amoques: a escrita.
Só escrevia coisas chorudas. Textos pequenos, miúdos no tamanho, mas coisas que tinham que se lhes dissesse, coisas sentidas e desensofridas. Muitas vividas, as mais das vezes eram puro extracto de coração de Leoa boa.
A Leoa viveu assim muito tempo, uma Leoa feliz: a qualquer sinal de amoque ia-se às prosas e adeus amoque! Mas o que é bom não dura sempre e num dia, um malfadado dia, sem prenúncio nem pré-aviso, o amoque voltou. Voltou e queria ficar. A escrita já não o esconjurava e o chá de tília com alcaparras e mel da Tia Almerinda fazia o mesmo que qualquer outro, e xixi não seca amoques, já se sabe!
Estava nesta, quando lhe deram uma ideia. Nem só de escrita vivem os animais, olha, vai para a natureza, a mãe natureza tudo cura, disse o colega bicho-de-conta, professor de histórias, à sua colega Leoa, professora de línguas gringas. Assim fez. Fez caminhadas que a desempeçavam do amoque e, durante a semana, de amoque nem sinal.
A Leoa vivia mais satisfeita que nunca e uma vez fez uma caminhada que nunca esquecerá. Especialmente por uma de muitas razões. Foi numa terra que um dia haveria de ser moura, depois romana e até visigoda para ficarem lá uns loirinhos de olho azul, que dessem àquelas gentes outras cores.
O prometido trilho, lisinho qual quadro de honra Piaget, deu num penar à meia-encosta, barrancos e mais barrancos, estevas e carrapiços, picos e mais picos, picos disto e picos sei lá de quê... A Leoa foi com sandálias e veio com os pés num oito e as garras escalavradas como malaguetas arrepeladas.
Nunca se sentira tão mal. Que desagradável, toda a gente repara, que irão pensar?! Uma Leoa urbana, elegante, pedagoga titular e com as garras naquela miséria...
Chegou a casa e, mal largou a turgia, nem sombra de banho e toca, correu espavorida para a girafa manicura, que lhe fez uma festa. Bons olhos a vejam, há muito que esta linda Leoa não dava um ar da sua graça, então diga lá!
- Acreditei num aldrabão e olhe o estado em que fiquei! Nem sei se lhe vou rogar uma praga...

- Oh, minha amiga, vamos já tratar dessas belas garras. Vai sair daqui uma beleza de Leoa, como não há Leoa igual.

Cortou, aparou, limou e poliu cada uma das garras da Leoa, nas quais também deu a primeira demão de verniz, o incolor, no qual é sobreposta a tinta artística, a que verdadeiramente decora as garras. E agora Leoazinha, que vai querer, lilás esponjado, está muito na moda, vai um estilo tribal ou prefere algo exotérico? Ficou rosa almiscarado, em esmalte de brilho extra.
Conversaram enquanto as tintas secavam, a avaliação e a ministra, as grelhas e o serviçal do PC, os amoques e ele há com cada um que me faz deitar as garras de fora...

- Olhe minha amiga pode ter toda a razão, mas se quer que lhe diga, amigos são flores de estufa, muito delicadas... Têm de ser levados nas palminhas, pensem lá o que pensarem.

- Uma porra! Há gente que não merece! Tão teimosos, torcidos e retorcidos, uns cabeçudos! Então aquele…

- Deixe lá, menina Leoa, pensam pelas suas cabeças, que é que se há-de fazer!? E garras de fora, mesmo garras almiscaradas, querida, não foram feitas para lidar com amigos!



Glossário
TurgiaTralha.



Manuel A. Madeira
Lisboa, 4 de Janeiro de 2009

Porquê, "c'um" raio?

- Vinte e duas gramas... - Fizestes bem, que ostras dessas não à melhor... - Cheguei hora combinada... - O Conselho é o orgão de gestão... - Um grande históriador, esse senhor... Oiço e leio disto e muito mais a torto e a direito. E o estômago dá-me um aperto. Quando chegam de pessoas de fracos recursos [não estou a falar de dinheiro!], os meus botões, agitados pelas contracções estomacais, reagem: - Oh pá, que é que queres!? e eu calo-me. Mas quando oiço frugal a significar garganeirice, euros ponto cêntimos e há-des ver que a bolsa arrebita, coisas vindas de gente com trejeitos de dótôr ou impantes dos seus milhões, aí o meu estômago esperneia... todo trocido! ---

A civilidade de três Cidadãos

Não os conheço, nem nunca lhes vi as caras. Vejo os seus vultos com frequência e imagino que sejam amigos que vão ou foram "à bica" ou a passeio digestivo após o jantar. Cruzamo-nos numa estrada entre duas aldeolas e, do carro, reconheço-os à distância por irem sempre de colete reflector. Sempre três e sempre de colete reflector. E sempre a caminhar pela sua esquerda. Três cidadãos exemplares. +++

Um espantalho burguês no BE

Joana Amaral Dias entra-me porta dentro, emproada, dótora, empoada à Luís XIV, beiços com besunto que não mascara a voz afectada. Impante de "saber", a falar para os pobresinhos, das classes baixas. Oh Mário, a gaja treina ao espelho para dizer os rrrr!? Pobre Bloco... com uma prótese burguesa destas! -

Guerra sem mísseis nem minas?



Nem um blindado pelos ares, nem meios aéreos a deitarem fumo!
E se havia helicópteros paradinhos, mesmo a pedí-las!

Lembram-se dos mísseis Stinger que, parece, obrigaram à retirada soviética do Afeganistão? E que em Angola produziram estragos pesados nas FAPLA até a UNITA deixar de ser conveniente! E lembram-se do que as minas anti-carro fazem a camiões, jipes e tanques de guerra?

Apesar da actual tecnologia anti-minas, um campo minado é transponível, mas os carros de combate deixam ali muito ferro retorcido e esturricado e corpos esfrangalhados.

 Pois nada disso se viu na última invasão nazi da Palestina!!! Porquê? Então não havia, pelo menos, meia dúzia de Stinger e nem uma reserva mínima de minas anti-carro na Palestina? Só encontro uma explicação. O Hamas não tem armas para combater, nem sequer beliscar, o poder militar sionista, pelo que tem uma estratégia de guerra de baixa intensidade.

Se provocar danos maiores do que a morte de umas dezenas de pobres jovens judeus corre o risco de uma invasão em massa e sabe disso. Como sabe que isso seria arrasador para a causa da emancipação da Palestina a médio prazo, mesmo com Obama.

 A opção estratégica de só flagelar interesses periféricos sionistas permite-lhe continuar a mostrar ao mundo o estofo assassino de Telaviv. Mesmo sendo uma estratégia de sangue, do sangue árabe de civis, homens, mulheres, crianças...


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Uma vaca perigossíssima

Imagem de Olivier Laban-Mattei-AFP

Esta vaca pertencia à brigada Milk 4 Kids e, por isso, abatida por pôr em perigo a segurança do "Estado" de Israel.

A unidade militar sionista que a neutralizou, já que lá estava, assim como assim, deu o seu contributo generoso à "civilização ocidental": participou ainda na destruição das 5.000 casas completamente irrecuperáveis. E fez a sua parte na sanha vandalizadora das outras 20.000 danificadas na invasão nazi da faixa de gaza. Dados do "Público" de ontem.

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Guatanamo devolvida a Cuba

Obama vai fechar uma cadeia americana na base dos EU em Cuba chamada Guantanamo. Óptimo, mas... Também vai restituir o território da base a Cuba? A americana Base Naval da Baía de Guantanamo localiza-se a sul da ilha de Cuba, tem uma área de 111,9 km² e foi concedida aos EU como estação naval em 1903, por 4 085 dólares anuais [Wikipédia]. Tal como o Canal do Panamá foi "arrendado" perpetuamente aos vizinhos do norte. Estas concessões, segundo a lei do gigante e da formiga, são como as confissões de presos sob coacção: nulas e de nenhum efeito à luz da decência internacional. Também se pode falar, com as devidas adaptações, de Gibraltar, Ceuta e Melilha, Olivença, etc. etc. mas fica para depois. Claro que, com o actual regime, ninguém se vai meter em obras de restauração da dignidade cubana. Mas com o regime tão saudável como o seu comandante-em-chefe, seria bonito que o idolatrado presidente Obama anunciasse que a grande democracia americana daria um bom sinal ao mundo: sair de Cuba no dia em que ali houver eleições livres e justas. +

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Contrapeso!?

O "Público" de hoje dá uma seta elogiosa a Ferreira Leite na sua secção "Sobe e desce" por ter condicionado a candidatura de ex-inpector da PJ à Câmara Municipal de Olhão. Encima o texto com uma fotografia da senhora toda empoada, de um branco cadavérico, com três milímetros de uma camada não sei se de primário, tapa-rugas ou sei lá. Será contrapeso ao aplauso? Ou subliminar favor ao PS? *

Retratista impressivo: rigoroso ou intolerante?

Transcrevo toda a prosa, a que não se fica indiferente, mesmo sem contextualização: Uma é alta, magra, ventas caiadas de batom, espalmada porém de mamas, a outra gorda e baixa, de um gordo e baixo de toucinho rançoso. Topei-as logo. Ricas prendas. Ouço o pelotão miar: ...‘Olha o Bucha e Estica!’ Fernando Assis Pacheco Walt ou O frio e o quente Noveleta, 2007 +

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Parabéns Obama

Parabéns Senhor Presidente Obama Espero um mandato ao serviço do mundo e não só dos EUA. O mundo não o elegeu, mas depende tanto do novo Presidente para partilhar recursos tão mal distribuídos! Que o Presidente Obama preste atenção aos que tanto precisam de pão, de saúde, educação e de respeito pelos seus valores, pelas suas fronteiras e pelas suas ambições pacíficas. Que inverta a tendência de usar os poderes militares, económicos e diplomáticos para suportar os da mó de cima, países, empórios e pessoas, já não seria mau... Não espero roturas. Gostaria muito que não frustrasse as expectativas de milhões e milhões, mas não estou inteiramente seguro. Ele é o presidente de um império... O encolher de garras dos sioniostas assassinos, foi um bom sinal, mas é curto! +++

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Gestores escolares: Greve de zelo ou simples oportunismo?

O presidente da Confap [Confederação Nacional das Associações de Pais] disse ao país que durante a greve de professores, de hoje, houve estabelecimentos de ensino que não asseguraram o funcionamento de refeitório e a guarda das crianças. Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356721&idCanal=58 Os gestores das escolas aproveitaram a greve para fazer a sua própria greve de zelo? Se a greve é de professores, desactivar a prestação de serviços, dispensando profissionais de outras especialidades, configura uma atitude irresponsável: desprezar os legítimos interesses das famílias e dos alunos, que ficam abandonados. Isto é particularmente desconfortável para as famílias dos mais novos. Se só os professores, os que adiram à greve, não estão disponíveis, ao restante pessoal podem e devem ser atribuídas tarefas "de emergência" para enquadrar os alunos e alimentá-los nos refeitórios. Não fazer isto cheira-me a encapotada forma de contribuir para que às televisão e aos jornais sejam mostradas escolas fechadas. E isto é greve de zelo!!! Se se fecham refeitórios e se desmobilizam recursos que podem ter actividades úteis, como lembrou a CONFAP a propósito das bibliotecas, o oportunismo salta à vista, caso não seja uma adesão informal à greve. ---

sábado, 17 de janeiro de 2009

“Opinião pública” por onde andas?

Na quarta-feira passada, na Figueira da Foz, o cardeal patriarca católico, Senhor Policarpo, “advertiu as portuguesas para o “monte de sarilhos” em que se podem meter se casarem com muçulmanos”. Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356031&idCanal=62 Meio Portugal caiu-lhe em cima, desancou-o, embora com punhos de renda e caras comprometidas. Todavia, não ouvi uma única voz a pedir a sua cabeça, o que me deixou muito surpreendido. Um político da capital põe o pé na poça e, ai meu Deus, é assado na brasa e, como pena acessória, pedem que assuma as suas responsabilidades, isto é, que saia de cena. Um autarca pisa o rico e idem idem, aspas aspas. A ministra toma uma decisão que belisca o comodismo instalado e é o que se tem visto. Agora, uma figura de proa de uma organização confessional, disse o que tanta contestação suscitou e nem um, um único, sugeriu que devia demitir-se. Não houve analista, maçom ou ateu, sacerdote de outro ramo ou jornalista opinoso que espetasse o dedo apontando a porta... Andas de gatas “opinião pública”!? -

Novas armas para a PSP

Hoje, numa manifestação de gente pouco civilizada, foram agredidos membros daquela força de segurança. “As grades de protecção em redor da esquadra e as protecções nas janelas não inibiram que os projecteis entrassem no edifício, ferindo pelo menos uma agente, que acabou por ter de ser retirada da esquadra numa ambulância do INEM.” Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356493&idCanal=59 A impunidade dos agressores de polícias só os estimula a persistir nos seus actos anti-sociais, pelo que a PSP tem de reforçar os meios de os combater. Precisa de câmaras e máquinas fotográficas. E com as imagens dos desacatos e dos seus responsáveis, processá-los e entregá-los aos tribunais para que paguem pelas ilegalidades cometidas. -

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"É preciso uma nova política!"

Alguém aí me faz uma favor!? É que ando cansado, os meus tímpanos já não são o que foram, hoje estão hipersensíveis, não aguentam com a "nova política" que todos os pagagaios do PC papagueiam! Como ouvi há pouco. Aqueles cavalheiros ainda não perceberam que dizer, anos a fio, que "É preciso uma nova política!" já nem é cassete, é uma lengalenga que só espelha a sua decadência!? Se alguém estivar disponível, faça-me então o favor de lhes dizer para fazerem um concurso de ideias, entre os seus, para seleccionar uma palavra de ordem mais fresca, sem aquele sarro de subcontratados da guerra fria. ---

Santa impunidade

Os sionistas representados por Israel, que se intitula Estado para parecer um entidade pautada por valores civilizados, assassinam, estropiam e destroem numa sanha nazi sem que a "comunidade internacional", essa filantropa, mexa um dedo. Na Terra Santa não seria suposta maior santidade, mais amor ao próximo e perdão aos pecadores? Estarão sob protecção divina ou é o grande capital de impunidade que guia os sinoistas assassinos? -

Padres - Casem-se e acaba-se a coisa

EUA: Vaticano reconhece homossexualidade nos seminários sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009 07:35 Diário Digital / Lusa http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=368219 Num relatório, que os bispos norte-americanos divulgaram esta semana, a Congregação para a Educação Católica aponta, no passado, para «dificuldades na área da moralidade» nos seminários, que «habitualmente, mas não exclusivamente», envolviam «comportamentos homossexuais». Os examinadores da Santa Sé sustentam que «tais dificuldades foram superadas», graças à boa actuação dos responsáveis dos estabelecimentos. Contudo, reconhecem haver «um ou outro caso de imoralidade, habitualmente comportamento homossexual», que se estende aos institutos geridos por ordens religiosas. É tão fácil acabar com isto! Dêm-lhes chicha!!! Casem. +

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Casar é meter-se em montes de sarilhos

José Policarpo fala em “montes de sarilhos” Cardeal patriarca [católico] alerta portuguesas para riscos de casamentos com muçulmanos. 14.01.2009 - 08h56 Lusa “Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.” Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356031&idCanal=62 Daqui, do alto deste singelo púlpito, daqui lhe digo, minha amiga casadoira, o Senhor Policarpo tem toda a razão - Casar é meter-se em montes de sarilhos. Não case. Não case com muçulmano nem com judeu, não case com católico nem com protestante, não case com ortodoxo nem com indu e não case sequer com ateu, agnóstico ou animista. Oh minha amiga, não case! Não case, pura e simplesmente não case!!! Junte-se, ajunte-se, viva maritalmente ou viva apenas com, mas não case. Não sei se o diabo ainda existe, se foi banido ou repristinado, o que lhe garanto é que mancebia não é pecado. Mas se é uma criatura temente dos bons costumes, da salvação das aparências e quer ficar ao abrigo de certas línguas, então não prescinda da confortável comunhão de casa, cama, mesa e roupa lavada, contas a meias e filhos bonitos. +

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Crueldade desnecessária

João Pereira Coutinho dixit Na última "Única" Coutinho, numa das suas habitualmente apetitosas prosas, sugeria que uma forma de os novos se livrarem dos velhos no Natal era cozinhando-os. Achei cruel, embora se lhe deva um agradecimento por nos ter poupado a pormenores macabros como a forma de o fazer, se refogados, se gratinados ou se assados em lume brando depois de temperados de véspera. Fiquei na dúvida até onde ele iria. E pus-me a pensar em tamanha crueldade, sem ponta de coração. Estufavam-se os velhos ou coziam-se só com sal e gengibre para dar um gostinho e acompanhavam-se com batatas a murro? Isso ele não diz. Nem sequer alvitra que fossem cozidos como a lagosta suada para abreviar sofrimentos ou se defende que ficassem a marinar em vinha d'alho para os tornar saborosos como as suas comédias divinais. Foi de um crueldade desnecessária! Cozinhar os velhos, coitados! Não bastava congelá-los até aos Reis?! Se eles só estorvam no Natal e assim... Ouvi dizer que há umas arcas frigoríficas muito boas, grandes, em promoção... +

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Luta de massas do PC, enrolando quem se deixa enrolar

A plataforma sindical de professores apelou a uma adesão «em massa» dos professores à greve de dia 19, para reforçar a sua posição nas negociações da revisão do Estatuto da Carreira Docente (Lusa). O "vigoroso desenvolvimento da luta de massas", cartilha do PC, aí está em acção, enrolando quem se deixa enrolar: http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=32864&Itemid=763 Está bem à vista, eles até avisaram... -

Contra-medidas que parem os sionistas assassinos

Escreve o Público: Ontem à noite, o primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, rejeitou, durante um encontro com o Presidente francês Nicolas Sarkozy, qualquer cessar-fogo na Faixa de Gaza enquanto não ficar garantido o fim dos disparos de “rockets” palestinianos contra o Estado hebreu. A arrogância de costas quentes destes criminosos pode combater-se, não é uma fatalidade para o mundo. Para se perceber quão burlesco é o esforço que o presidente francês está a fazer para conter a sanha assassina daquele Estado-terrorista, convém lembrar quem lhe deu a mão no fabrico das armas nucleares: França. O conglomerado oportunista que dá por comunidade internacional sabe muito bem usar medidas que têm resultado noutras circunstâncias: - Considerar os criminosos como "persona non grata", impedindo-os de viajar pelo mundo civilizado; - Expulsar embaixadores e chamar o seu pessoal diplomático; - Fechar as representações diplomáticas; - Cortar relações diplomáticas. - Cessar os apoios financeiros; - Congelar contas bancárias, públicas e privadas; - Cancelar transferências de tecnologia, civis e militares; - Proibir a exportação de matérias e bens de utilização militar; - Impor sanções económicas pesadas, nomeadamento o bloqueio. Em última instância, pode caçar como ratos, tal como fez com outro assassino da mesma laia, Saddam Hussein, os barões da guerra sionistas, civis e militares. O presidente Sarkozy sabe que este arsenal de munições económicas, diplomáticas e civilizacionais surte efeito. Mas irá adoptá-lo no seu próprio país ou propô-lo à União Europeia? Aposto que o saltitante Sarko foi ao médio-oriente só para se manter "no ar" e parecer que tem agenda política internacional. Ou seja, fez uma viagem faz-de-conta! Quer lá saber da Palestina ou dos palestinianos... -

PSP cumpriu a sua missão

A Polícia de Segurança Pública abateu hoje um criminoso que ameaçou agentes com uma pistola de calibre 6,35, transformada. Integrava o bando de criminosos que conduzia um carro que antes roubara e que a polícia perseguia. A impunidade tem levado, nos últimos anos, a que meliantes de todas as idades ameacem, agridam e asssassinem cidadãos pacatos e até membros das forças de segurança. A PSP cumpre a sua missão ao combater tais acções. Faz bem, qualquer que seja a idade dos criminosos. Os adolescentes devem estar na escola e não roubar carros e ameaçar de arma em punho seja quem for. -

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Pai Fernandes: Sofrer até cair? Cair morta?!

OMS – Organização Mundial de Saúde A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Em recente rebobinagem dos últimos Jogos Olímpicos (Pequim) ouvi o pai de Vanessa Fernandes incentivá-la a “Sofrer até cair!”. O que sugere reflexão: qual é limite a partir do qual a prática desportiva já não é saudável? Segundo o padrão OMS. Será desporto uma actividade que leve o praticante à exaustão, a sofrer a tal ponto que ponha em risco a sua saúde e até a própria vida? -

Contrastes de Lisboa

Xabregas: degradação, porto e esperança

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Bloco plagia PC ou é o inverso?

Demagogia bloquista Afinal o BE querer cobrir o mesmo espectro social do PC... Daí o uso da mesma técnica demagógica. O economista Louçã, que tanto mexe nos números, sabe, melhor que muitos, que a queda de um banco não mudaria o regime mas fragilizaria ainda mais o bolso dos portugueses. Com este cartaz para incautos quantos berlindes ganhou ao PC? -