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sábado, 30 de abril de 2011

Sinais de doença

.São sinais de doença grave os que aqui se apresentam. Melhor, de doenças, no plural.

A cidadania está doente, muito doente, pois vândalos impunes conspurcam o património de todos nós desta maneira. Ao que a sociedade fecha os olhos, não se rala nem repreende os malfeitores. Pior, até tem medo de os afrontar.

E os políticos, o MAI, os autarcas e os deputados, sofrem de terrível clausura, encafuados nos seus gabinetes alcatifados, cegos às malfeitorias nos sinais de trânsito.

E vamos nós votar nesta gente!?















Entretanto, os juízes e os magistrados do MP, a PSP e a polícia municipal têm coisas mais importantes a tratar. Atafulhados em processos ou ocupados com as claques futebolísticas, não se podem dar ao luxo de combater o pequeno crime.

E se isto não é fermento de maiores crimes...

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Justiça europeia é miragem




Audiência para analisar extradição de Vale e Azevedo foi hoje adiada pela sétima vez http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=176565


Condenado em Portugal a 11 anos e meio de prisão, o burlão vive em Londres como um nababo e faz gato-sapato da justiça britânica.

Os que põem os tribunais e os juízes britânicos num altar bem podem tirar o cavalinho da chuva. Apesar das perucas caricatas e dos babetes ridículos, os juízes de lá têm ido nas manobras dilatórias que tanto censuramos aos de cá.

Onde está a expedita justiça anglo-saxónica? Estará corroída pelos procedimentos burocráticos que no RU condenam ao “continente” ou há manobras políticas em que aquela gente é useira e vezeira? Ou é ainda pior?

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Auto-de-fé socrático

As gravações das escutas telefónicas a Sócrates vão ser queimadas. Como os autos-de-fé da inquisição católica, que os proclamava purificadores.

Se um qualquer pirata informático sacou uma cópia, lá se vai o efeito purificador, esturricando a calmante queima.

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Dois juizes terroristas


Acabo de ouvir dois juízes, ambos a dizer que os juízes podem fazer greve. Com paninhos mais ou menos frouxos, ambos os candidatos a vice-presidente do Conselho Superior de Magistratura estão em sintonia nesta matéria.

Juristas supõe-se que saibam alguma coisa de leis, de ética, de responsabilidade social, de dignidade das instituições. E a Lei principal de Portugal é a Constituição da República, que atribui aos tribunais o carácter de órgãos de soberania. Se os seus titulares, os juízes, fazem greve agridem violentamente o funcionamento esses mesmos órgãos de soberania, o que é terrorismo e não pode ser tolerado.

O PR tem o dever de promover a sua destituição imediata por ofensa grave ao Estado de Direito. Cavaco Silva é o responsável máximo pelo normal funcionamento das instituições, diz a nossa Constituição.

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Um alerta para Portugal

Aldeões guatemaltecos capturaram um homem acusado de ter cometido um homicídio, arrastaram-no para o centro da aldeia e executaram-no pegando-lhe fogo. http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1440441

Com a tão profunda desconfiança dos portugueses na justiça, este exemplo do outro lado do atlântico serve para reflectir.

Contrários ao Estado de direito tão badalado, estes episódios são avisos do que, de um momento para o outro, por cá pode acontecer. Bem sei que somos muito diferentes das gentes daquelas bandas, mas um dia, se a paciência se esgota, lá se vão os brandos costumes.

Está nas mãos dos políticos e dos magistrados evitar a justiça pelas próprias mãos.

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