Com a devida vénia ao autor desconhecido.
sábado, 22 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Serviçal administrativo
Vi e ouvi há pouco o senhor Mário Nogueira "recusar" na televisão alterações "administrativas" ao método de avaliação dos Professores.
Mas com que legitimidade é que um amanuense pode falar em medidas "administrativas"???!!!
Ele sim, é administrativo, um amanuense que não ensina seja o que for há tantos e tantos anos... e canta de galo executando a estratégia de turbulência social do PC.
Pobres Professores...
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Serviçal do PC
Mário Nogueira não é Professor nem tem vergonha na cara: não dá aulas há décadas.
Se tivesse vergonha dava o exemplo, dando aulas de qualidade e não incitando à sublevação, técnica bolchevique fora de tempo!
É um serviçal do PC com vistas curtas e estratégia bota-abaixo. Só está a provocar maior frustração aos verdadeiros Professores, aos que dão aulas e querem melhorar os conhecimentos e capacidades dos alunos. Ao PC, sem norte nem projecto, só lhe interssa a convulsão, arma de arremesso de que é useiro, para disfarçar a sua decadência irreversível.
Recebi sem saber quem é o autor:
A Fenprof manipula e Mário Nogueira não é sério. O líder da Federação de Professores (FENPROF), Mário Nogueira, abandonou a reunião que hoje mantinha com a ministra. Motivo: a ministra não suspendeu a avaliação como era exigência da Fenprop para continuar a negociar. Mas a Fenprof e Mário Nogueira querem negociar o quê, se exigem a suspensão da avaliação?
Resposta: não querem negociar nada. Querem somente deitar abaixo a ministra porque ela insiste que não desiste da avaliação.Insiste e muito bem. Eu, como pai de dois alunos, quero que os professores deles sejam avaliados pelos seus pares e pelos pais, se possível.
Quero saber se são bons, se são pedadogos, se não faltam, meses a fio com atestados médicos que todos sabemos serem falsos, se não metem sucessivos artigos quartos com uma enorme descontracção e sem nenhum problema de consciência, deixando turmas inteiras sem aulas durante horas, dias, meses.Em todo o sector privado, a avaliação é uma regra há muitos anos.
Aqui, nesta empresa, não só avaliamos os nossos subordinados, como eles nos avaliam e nós avaliamos os nossos superiores, inclusive o director-geral da empresa. Porque carga de água é que os professores, que passam o ano a avaliar milhares de alunos, não podem ser avaliados?Para descredibilizar o processo, há escolas que transformaram a avaliação em manuais de mais de 30 páginas. E Mário Nogueira, que assinou um acordo com a ministra antes do Verão para prosseguir o processo de avaliação, rompeu-o sem nenhuma justificação credível.A Fenprof é contra o processo, mas não sugere nada em alternativa. O que quer é uma avaliação de faz de conta, em que os bons e os maus professores são todos avaliados de forma positiva, o que é uma injustiça para os bons e um prémio para os maus. É isto que os professores querem? Não sei.
Mas sei que é isto que a Fenprof e Mário Nogueira querem.A Fenprof e Mário Nogueira não defendem um sistema de ensino melhor. Defendem os maus professores, os calões, os relapsos, os incompetentes. Defendem o pior que existe no ensino, os seus vícios, os seus erros, o descalabro provado através de estatísticas do ensino secundário em Portugal nos últimos 30 anos.
É este o resultado das suas posições. E será este o resultado dos próximos 30 anos se a Fenprof e Mário Nogueira conseguirem manter o sistema de ensino sem uma avaliação séria e credível.
A Fenprof e Mário Nogueira são os principais responsáveis da mediocridade do ensino secundário em Portugal.
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Demita-se! Obviamente
D. Manuela Leite, provável chefe do PSD, disse que não acredita em reformas em democracia. É candidata a candidata a governar para fazer uma pinochetada?!
E afirmou - eu ouvi - que melhor seria interromper a democracia por seis meses para fazer as reformas.
O seu ajudante Marques Guedes já veio branquear a afirmação: que não, ela não disse o que eu ouvi.
Ela não se deve demitir pelo disparate! Demita-se por senilidade!!! Ou terá um Alzheimer salazarista como orientador espiritual?
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Entre grelhas e grades
Anda por aí uma laracha que diz que cada um tem o que merece:
- Que Espanha tem o governo mais feminino de sempre.
- Que Itália tem Mara Carfagna como Ministra da Família (não sei).
- Que França tem a Carla Bruni como 1ª dama.
E que Portugal, tem isto:
Portugal tem isto, o quê?
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Se a Ministra da Educação, responsável pelas grelhas de avaliação dos Professores, seguisse o guião da F. Leite não havia manifestações, nem protestos nem etc., etc...
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Teríamos não democracia por 6 meses.
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Agora escolhe entre as grelhas e as grades!!!
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Certificação de Novas Formigarras
A MTC - Montes, Trilhos e Caldos certifica nova fornada de Formigarras.
As imagens demonstram que as fezes nas cruzes, as tremuras nas pernas e as reclamações pelos trilhos não aplainados nem alcatifados foram estímulos para ginasticar os glúteos, arejar as cabeças e vencer inércia sofática.
Protestos lamechas à parte, a fotos também mostram que as novas Formigarras são gente bem disposta capaz de "arriscar" novas investidas até em montes de dificuldade 2! As provas falam por si!
domingo, 9 de novembro de 2008
Acto Constitutivo do MTC
MTC - Montes, Trilhos e Caldos
Confraria de caminheiros, petisqueiros e amigos do seu amigo
Em boa hora se reuniram Formigarras de primeira água determinadas em institucionalizar do melhor que a vida tem.
Quiseram mostrar ao mundo como um empenhado grupo de amigos pode exercer uma saudável actividade caminheira, lúdica e de grande companheirismo frente a caldos de todos os tipos.
Amantes de boas andanças por montes e trilhos, tanto vencem os mais ásperos caminhos de pé-posto como enterram arranhões, agruras e tristezas em gargalhadas e boa pinga. [Bebida com moderação].
Assim, o MTC, com o acto constitutivo hoje celebrado em Casais da Serra, na Casa do Bom Petisco, nas faldas da Serra da Arrábida, abre os seus braços a Formigarras de hoje e de amanhã.
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sábado, 8 de novembro de 2008
Manif de Profs, Partidos e ex-professor
Vi na televisão o líder parlamentar do PC, senhor Bernardino, e o chefe do BE, senhor Louçã, em declarações sobre Professores. Partidos sindicais?
Também vi no Rossio o ex-Secretário Geral do PC, senhor Carvalhas, este sozinho, e não percebi se estava a passeio, a manifestar-se ou a tomar o pulso à sociedade civil.
Vi ainda o senhor Nogueira, um ex-professor que não dá aulas há anos e anos e fala em nome dos Professores.
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Professores: Avaliação Canina
Esta imagem foi captada na manifestação dos Professores de 8 de Novembro de 2008.
É uma alegoria grotesca. Se foi um Professor que ornamentou a cadela com o letreiro que se vê, mostra bem que não é o modelo de avaliação que está em causa. Os que que se identificam com esta caricatura não querem ser avaliados, pura e simplesmente!!! Embora digam o contrário! Os que se identificam com esta grosseria canina passam a mensagem de que querem ser avaliados, sim, mas num formato que não distinga, que não valorize e que seja inócuo, mera forma, ritual inconsequente. .Manifestação dos Professores - Deixaram-me optimista
Fui ver a manifestação dos Professores. Muitos milheres e talvez só as imagens do helicópetro ajudem a saber quantos. Por volta das 17H30 a cabeça da manifestação partia dos Restauradors e cerca das 19H45 vi os últimos manifestantes a chegarem ao Marquês de Pombal.
Fiquei optimista porque vi muita vitalidade, alegria e grande diversidade cénica. Toda esta energia convertida em acção pedagógica, leva-me a crer que os professores têm todas as condições para assumir a avaliação sem o dramatismo que, por vezes, evidenciam.
E a tão badalada burocracia eles próprios a podem evitar, segundo a ministra disse à noite na televisão.
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Distracção do PÚBLICO
Diz o PÚBLICO [08.11.2008 - 18h56 Lusa]:
"As dezenas de milhares de professores aprovaram, por unanimidade, a realização de uma greve nacional a 19 de Janeiro..."
O PÚBLICO tomou à letra o que eu ouvi, no local onde a afirmação foi feita, como sendo uma aprovação simbólica. Os organizadores foram claros: não era uma verdadeira aprovação e pediram a agitação das bandeiras e dos braços como forma de concordância.
Só por distracção o jornal pode mencionar uma aprovação por unanimidade de tão elevado número de Professores. Uma rectificação ficava-lhe bem, pois a dita aprovação não passou de retórica e encenação dos organizadores da manifestação de Professores.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Definição de Avó
Anda pela net há muito, mas vale sempre a pena reler. Tenho a indicação de que o texto foi redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo. Mas cheira-me que tem mão de adulto... Ele há bons professores!
Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem 'Despacha-te!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão.
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Mugabe da Madeira
Senhor PR
Imponha-se, não tenha medo nem tolere estratégias demenciais.
Quando as coisas entornam, a corte do Jardim dá sinais de raiva e exibe sintomas de senilidade. É propaganda requentada, cuja receita é uma mistura muito mal cerzida de demência, mugabismo, espalhafato, oportunismo, poncha e autoritarismo provinciano.
Pela sua rica saúde, Senhor PR, ponha-os na ordem. Já basta de inimputabilidade de 30 anos...
Se os seus constitucionalistas não desencantarem na Constituição um artiguinho que preserve a decência, uma alínea anti-alcoólica ou um parágrafo que obrigue tal gente a responder pelas suas diatribes, submeta o Jardim e a sua trupe a junta médica psiquiátrica.
Pela certa que vão ser detectadas tantas avarias naquelas cabeças que muito facilmente fundamentarão a destituição de toda a corte.
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Psi-canalistas de algibeira
Tiro 3 vezes o meu chapéu a Isabell Stilwell que, no seu editorial de hoje no Destak, vomitou sobre a incompetência de ditos "especialistas" que insinuam que os enjoos das grávidas são psicológicos.
Esta senhora escreve bem e sem rodriguinhos: vai directa à coisa e documenta-a. Não precisava era de vomitar sobre os tais psicanalistas de algibeira...
Mas perdoa-se o exagero rectórico à autora de Filipa de Lancastre - A rainha que mudou Portugal, obra notável, que recomendo pela vasta informação histórica e pela leveza da descrição. Lê-se de uma penada. Já vai na 13ª edição.
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Tiro o chapéu. E atiro ovos podres
Tiro o meu chapéu por boas obras
Escala 1 - 5 para lembrar a escolinha.
Homenageio boas obras tirando o meu chapéu aos obreiros.
1 vez para coisas boas e simples, como aumentar em 24 euros o Salário Mínimo Nacional e 2 para os Gato quando desmontam os números do Marcelo de Sousa.
E 3 vezes o tirarei ao PR se apertar o PM para que este aperte o MAI para dar um apertão no "comandante" da PSP do Funchal que apertou um deputado regional.
Uma chapelada a preceito só se apear o Jardim e nos livrar da sua súcia provinciana, boçal e alapada.
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Atiro ovos podres
Escala 5 - 1
Atiro ovos podres a quem se avia com o avio alheio, troça da inteligência do Zé ou se faz de gigante não passando de gigantone. "Cetôres", palrantes de crioulo luso-americano e os tecnocratas do "comprastes" estão na mira...
Atiro já 4 ovos podres ao "presidente" da Assembleia Legislativa da Madeira que ontem vedou o acesso de um deputado à sua assembleia.
Fico com outros 5 engatilhados para quem de direito que não der uma boa tosa no Mendonça do Jardim.
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Angola - "Clepto-Estado" e corrupção de milhões
Fonte: EXPRESSO de sábado (http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/445688)
Julgamento do 'Angolagate'
Os milhões de Eduardo dos Santos
Nenhum angolano é acusado nem foi citado como testemunha neste caso de venda de armas russas a Angola, nos anos 90. O julgamento decorre até à Primavera de 2009.
Daniel Ribeiro, correspondente em Paris11:30 Quinta-feira, 6 de Nov de 2008
Transcrevo partes do EXPRESSO
…
Em 2004, numa entrevista ao 'Expresso', Pierre Falcone confirmou ter aberto duas contas de "sobrevivência para casos de urgência" relacionadas com a renegociação da divida angolana à Rússia, dizendo: "Eram fundos secretos que púnhamos à disposição do Governo; uma era realmente de fundos secretos para o próprio Governo e outra foi um empréstimo nosso - meu, em particular - quando a guerra estava num momento crucial e eu quis ajudar".
No que diz respeito ao 'Angolagate', o tribunal evocou um total de 54.369 milhões de dólares transferidos, alegadamente, em benefício de Eduardo dos Santos e de diversos outros angolanos. Segundo a acusação, o dinheiro destinado ao Presidente angolano teria ido parar a contas em nome de uma sua filha e de uma sociedade do Panamá.
Além das transferências, o tribunal citou ainda prendas diversas a Eduardo dos Santos e outros angolanos num valor global de 4,26 milhões de euros. Entre as prendas figuram, por exemplo, um carro blindado no valor de 350 mil euros para o Presidente, despesas em grandes hotéis, aluguer de iates, pagamentos a acompanhantes femininas de personalidades angolanas, estudos de jovens angolanos em Londres, etc.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
A Primeira Carta de Casada
Contito
Los Angeles, 4 de Julho de 2007
Querida Mãe
É com muito prazer que lhe escrevo, sempre que escrevo à minha querida Mãe é uma felicidade, como sabe. Desde menina que escrevo cartas. Mal a D. Maria do Carmo, a minha saudosa professora da primária me ensinou, primeiro a desenhar letras, o simples o, o e em forma de laço e o a que tanto trabalho me deu e tantos bicos de lápis partiu. Depois, a junção de letras em palavras, pequeninas umas e gostosas outras, foi, como a Mãe muitas vezes me lembra, um início muito bonito de uma vida de cartas de amor. E lembro-me muito bem, querida Mãe, que foi a si que escrevi a minha primeira carta, demorou-me dois dias, bem sei, e tinha alguns erros... Foi a primeira de muitas, bem sabe.
Após tantas e tão ternurentas cartas, todas ainda guardadas no baú que era da avó e que é o meu cofre secreto, a Torre do Tombo dos meus amores epistolares, escrevo-lhe agora uma carta especial: a minha primeira carta de mulher casada.
Não é todos os dias que se escreve a primeira carta de casada. Por isso, Mãe, lhe quero dizer como estou feliz. Tenho um marido adorável. Adoro-o e ele a mim. Mãe, este doutoramento em neurociências fez de mim uma mulher realizada. Realizada, porque estou a trabalhar no que gosto, na magnífica equipa que tenho a sorte de integrar e realizada por ter um marido excepcional com quem espero ardentemente viver toda a minha vida.
Mãe, o John é o amor da minha vida. Depois dos meus devaneios de juventude, dos meus desaires experimentalistas na América, encontrar o John foi uma sorte e uma felicidade. Passados os tempos turbulentos dos ajustamentos mútuos, posso hoje dizer, com a segurança que a vasta “expertise” que a Mãe não conseguiu inibir, que fiz muito bem em casar e em casar com o John.
É um homem adulto embora ainda não esteja nos trinta, e, como sabe, um cientista meticuloso, trabalhador incansável e um amante de cuja generosidade só não falo por pudor. Mas sempre lhe digo, querida Mãe, que temos uma ligação muito, muito forte, qual betão pré-esforçado, em que o cimento são os nossos interesses intelectuais e a estrutura das vigas-mestras é constituída pela nossa intimidade, a nossa parceria horizontal, a nossa sempre inovadora sede um do outro.
Mãe, o John é o homem da minha vida, já sabe, mas mexe-me com os nervos quando se põe a falar português, que aprendeu em pouco tempo, diga-se a verdade, porém, tem a irritante dificuldade em acertar no género dos substantivos.
Mãe, este gringo dum raio, mal abre a boca, tem que errar sempre no género das coisas. Deu-lhe para ali, ele que é quase perfeito. Pois o meu querido John às vezes parece-se com certos portugueses: não é capaz de meter naquela cabeça loira que grama do género feminino só há no Brasil, pois a grama deles é a nossa relva, a dos relvados dos campos de futebol. Não sabe que quando se trata de unidade de medida de massa, o peso das coisas, é do género masculino. Uma pessoa tem mais ou menos quinhentos gramas, isso ele nunca diz! Engana-se sempre…
Mãe, por favor, arranje-me aí uma mnemónica para eu dar ao John, para que ele nunca mais diga bife de duzentas gramas, nem encomende robalos de um quilo e quinhentas!!!
Dicionário não mande, que já lhe ofereci dois, um de sinónimos! Até já lhe fiz uma cópia da página com o Grama na primeira linha, em que sublinhei a abreviatura s. m. de substantivo masculino.
Com amor
Da sua filha cheia de saudades
Francisca
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Perigosos Meninos da Luz?
Em dias que não sei quais, o Colombo enche-se de alunos do Colégio Militar com as suas fardas castanhas debruadas a verde e com luvas de pelica na mão esquerda. Sim, seguram as luvas na mão esquerda, nunca na mão direita, e com os dedos das luvas voltados para trás.
Mas ontem não… Ontem só vi “Meninos da Luz” sem luvas na mão esquerda. Nem na mão direita. Simplesmente sem luvas!!!
Perigo à vista!!! Aqueles miúdos sem luvas não porão em risco os valores pátrios, os bons costumes e a sagrada disciplina?
Talvez os métodos militares prussianos estejam a dar de si.
Ou finalmente terá aparecido uma alma inteligente que acredita que luvas decorativas não mão esquerda ou luvas decorativas na mão direita são tão úteis como uma camada de sarna?
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Leite azedou
Ainda por cima na televisão! O que sugere prognóstico reservado…
Toda a entrevista azeda, furiosa umas vezes e outras a engolir em seco, só lá muito de vez em quando entremeou uns sorrisos encomendados pelo consultor de imagem.
Com tanto número debitado com cara-de-pau só retive que é uma grande defensora das “piquenas” empresas.
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