quinta-feira, 6 de maio de 2010

Três Arcos de Lisboa









Moliceiros brejeiros


Aveiro tem "cultura popular" com traços fortes, incluindo as tristes marcas de analfabetismo.









A vénia devida a UM MARNOTO, presumível autor do .pps Moliceiros maliciosos.

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ericeira - Beleza e vandalismo







 





Irresponsabilidade social

Batalhão de diáconos, padres e bispos que vão participar nas missas de Bento 16.

Só em Lisboa são esperados mais de 350 sacerdotes, além de 40 bispos e 70 diáconos. No Porto serão mais de 300 padres e 42 bispos http://www.ionline.pt/conteudo/57135-o-papa-nao-veste-prada-os-paramentos-sao-sacavem

Nem Jesus Cristo juntava tantos simpatizantes, sendo pobre e se vestir como pobre. Ao contrário do papa, que se diz seu seguidor e faz vida de ricalhaço.

Evolução do luxo


O luxo que Jesus desprezou

 












terça-feira, 4 de maio de 2010

Sapal da Comporta


Visite. Leve os canitos, que eles também se divertem, alguns até se mascarram como figuronas da televsão.









O locutor está velho


(DN)

De repente, ao olhar para a cara actual do locutor da Voz da Liberdade, de Argel, entre 1964 e 1974, vejo como está envelhecido.

E o cabelo pintado dá-lhe um ar doentio. Comprará a tinta numa loja dos 300?

Um velho doente precisa de descanso. Vá para a terra, velhote.

Arranje uma hortita ou um jardinzinho e veja o que é a vida. Veja que não é um poema nem uma bancada, nem sequer um altifalante alcatifado…
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Não escarafunchar


Conclusão
Caro leitor, não se martirize com auto análises deprimentes; viva a vida.

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Portugal vence chico-espertos

A deputada eleita pelo PS Inês de Medeiros comunicou hoje a Jaime Gama que vai prescindir da comparticipação nas suas despesas de viagens a Paris, onde tem residência. Medeiros diz que “há limites para tudo”. http://www.publico.pt/Política/ines-de-medeiros-prescinde-de-pagamentos-de-viagens_1435283

O Portugal que protestou mostrou que não somos um povo amorfo como tantas vezes os políticos nos quem fazer crer.

Os muitos milhares de Cidadãos que subscreveram a petição Pela renúncia de Inês de Medeiros do cargo de deputada deram um grande impulso para este encolher da gula da deputada. Falta a sua renúncia, pois não tem dignidade para ser representante de portugueses.

Jaime Gama mostrou não ter perfil de estadista: autorizou de cruz as despesas ilegítimas propostas por José Lello, o amanuense de serviço. Borrifou-se na ética, preferindo enlear-se nas habilidades que têm descredibilizado a Assembleia da República, os deputados e os partidos parlamentares.

Há limites para tudo, disse a deputada-turista e tem toda a razão:
– para a falta de vergonha!
– para a indiferença pelo dinheiro dos portugueses!
– para o oportunismo de nova-rica-viajante, que se candidatou por Lisboa!

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Somos o que fazemos


Ao padre António Vieira louva-se a reflexão. Ao desconhecido autor do boneco a divulgação.

domingo, 2 de maio de 2010

Suíça tudo lava


Nada convicto de que a ética prevaleça, vendo ao preço de custo

Agoniza o segredo bancário suíço
Artigo de Gilles Lapouge




A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.

O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça - viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco. O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!

O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.

Mas como resistir!

A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.

Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas. Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica. Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.

E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários. Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.

O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...
Onde páram as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa?

Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municipios têm chorudas contas na Suiça?

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?

Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nuncam conseguiram entrar na Suíca? Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

A agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.

Na minicúpula europeia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel. No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.

Hoje, estamos em crise.

Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.

Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.

Sob que pretexto? Fraude fiscal.

Para muito breve, a queda do império financeiro suiço!

sábado, 1 de maio de 2010

Ingenuidade ou cinismo do diplomata americano

  

David Mosby, conselheiro político da embaixada norte-americana no Senegal, que cobre a Guiné-Bissau, disse que a detenção do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Almirante Zamora Induta, e de outros oficiais e soldados é ilegal. http://www.noticiaslusofonas.com/vier.php?load=arcview&article=26499&catogory=Guiné Bissau

Ilegal!?

O diplomata tem, de certeza, andado sobrecarregado com outros casos. Só isso explica não ter sabido que o PM guineense afirmou, poucos dias após o golpe militar, que a situação estava ultrapassada.

Também não lhe terão transmitido as palavras do ministro da Defesa, Aristides da Silva: “O momento não é de culpar ninguém ou dizer que este ou aquele será responsabilizado”.

Ignorará ainda que o Estado está a "funcionar na plenitude" segundo o presidente Sanhá.

Finalmente, por lamentável falha dos serviços de informação americanos em África, passou-lhe ao lado a ida à Líbia do golpista principal, general António Indjai, em missão de vassalagem a Kadafi.

De que legalidade falaria o diplomata!?

Ter-lhe-á escapado ainda um pormenor irrelevante, uma coisita despicienda, um tudo-nada!

É que só há ilegalidades num sistema legal. Porém, a Guiné-Bissau terá textos com artigos e alíneas e até com nomes de Decreto e Constituição ou Lei e Regulamento, mas ninguém lhes liga: nem o presidente, nem o governo e a tropa insubordinada não liga a ninharias.

Tais peças jurídicas são apenas para inglês ver, ou seja, para dar à “Comunidade internacional” a vaga impressão de que existe Estado e que há sempre alguém para assinar as guias de recebimento de fundos. Nada mais. Na Guiné-Bissau o direito está nos canos das Kalasnikovs, como diria Mao.

Contudo, fique o senhor conselheiro político tranquilo que a “normalidade” chegará quando menos espera. Os próximos golpistas, os que irão derrubar ou matar ou prender os actuais patrões da tropa, esses libertarão aqueles presos. Aguarde um pouco e verá…

!!!!!

Papa: Porquê tanto luxo?




O papa e a sua corte desprezam a pregação da humildade e fecham os olhos à condenação do luxo.

A delegação portuguesa da igreja católica não podia dar uma prenda das que dão os pobres? Uma enfusa de Nisa ou um tradicional galo de Barcelos não chegava?


Peçonha fútil

S.A.R.!? Duque!?

A República Portuguesa não precisa de espantalho.


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