quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Feijocas




Iguaria regalada,
o tinto, o verde, a ginjinha;
a receita imaculada,
mas olvidada a rainha!


Omitir a feijoada,
deslize de quadrilheiro,
seja a falta perdoada,
foi de guloso arrozeiro.


Mas a musa ericeirense,
louvando tenras feijocas,
a mestria da Hortense
brinda com vinte beijocas!



© Manuel A. Madeira

9 de Novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Ricardina




O manjar ovacionado,
carimbado com Distinto!,
ganhou travo refinado
benzido com vinho tinto.


Fruto de mão apurada,
numa marcha fernandina
foi a arte venerada:
arroz doce Ricardina.



© Manuel A. Madeira
3 de Novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

Portugal não pode ser o baú de corruptos




Isabel dos Santos lança OPA sobre a PT SGPS
http://www.publico.pt/economia/noticia/isabel-dos-santos-lanca-opa-sobre-a-pt-sgps-1675703


PGR, oh PGR, está na hora de investigar a fonte dos fundos sem fundo desta cleptocrata.

Portugal amesquinha-se ao pactuar com a corrupta, com o  ditador seu pai e com a corte de gatunos angolanos, mesmo que engravatados.

Branquear o regime de ladroagem generalizada de Angola não pode ser o nosso desígnio nacional.

Estamos numa fase difícil, precisamos de investimentos, é verdade, mas não é com recursos tirados da boca de tantos angolanos esfarrapados que Portugal se dignifica.

E sem inequívoca honorabilidade dos investimentos fica-se nas garras de gente sem escrúpulos. O que não é futuro, é clausura, escravidão, tornando o nosso país mercenário sem soberania.

Levantemos a cabeça, norteemo-nos pela Ética, não pelo baú de criminosos.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Nem mais um cêntimo para Timor




Portugal deve responder à ingrata e vexante expulsão de portugueses de Timor.

Uma resposta em três etapas:
– 1. Trazer imediatamente todos os portugueses para casa;
– 2. Cancelar toda a cooperação – nem mais um cêntimo para Timor;
– 3. Declarar Persona non grata os PR, PM e deputados que aprovaram a expulsão.


E se o Estado Português (Cavaco, Passos e D. Assunção+229) continuar com a cabeça enfiada na areia, que qualquer português grite C-o-r-r-u-p-t-o, C-o-r-r-u-p-t-oC-o-r-r-u-p-t-o ao Xanana sempre que o vir, se um dia tiver o atrevimento de entrar em Portugal (obviamente como clandestino).

Nota final
Portugal jamais sairá da cepa torta enquanto pactuar com a corrupção, cá e lá.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Portugal desgovernado por impotentes



Tivéssemos nós gente com "unhas" no governo e em Belém, em S. Bento e no Largo do Rilvas e já estariam de regresso a casa todos os cooperantes portugueses em Timor. E se não estivessem todos já nos aviões, estariam a fazer as malas por decisão de Lisboa.

Isto porque o "governo" timorense expulsou, com pré-aviso de 48 horas, magistrados incómodos. Magistrados que zelaram pelo cumprimento da lei, lei timorense que os poderes locais ignoram para proteger os seus corruptos correligionários.

E porque deveria ter Portugal tomado uma posição firme, imediata e honrada?
Porque um país honrado, com governantes honrados, não cede ao enxovalho de magistrados seus serem amesquinhados. Um país honrado não cede a corruptos, mesmo a corruptos governantes.

Só para lembrar, Timor é independente porque Portugal porfiou, anos a fio, por essa independência. Mesmo quando a Indonésia dava a ocupação daquele pequeno território como caso encerrado.

E também foi Portugal que acolheu, sempre que por cá passava, o grande promotor internacional dessa independência, Ramos Horta. Cedeu-lhe uma casa em Lisboa.

E os rios de dinheiro gastos em tantas e tantas ações de cooperação, desde a formação profissional à educação, etc., etc.

E que dizer dos destacamentos da GNR que vários anos sustentaram a segurança interna timorense. GNR que, num atentado ali ocorrido, talvez tenha salvo a vida a alguns dos agora silenciosos cúmplices da expulsão de portugueses que combateram a corrupção naquele país asiático.

Por tudo o que Portugal tem feito por Timor, a expulsão dos portugueses é de uma ingratidão tão reles como hostil.

Que nenhuma linguagem diplomática consegue branquear. Mesmo que Gusmão se desdobre em justificações públicas e mensagens privadas aos impotentes que nos governam.

Tivesse o Portugal Estadistas no governo e na PR, na AR e no MNE e não tardaria um segundo para que nem mais um cêntimo português fosse aplicado naquele território. Com o regresso imediato de todos os que ali trabalham à custa do Orçamento português.

Mas não, já ficámos a saber que na área da Justiça a cooperação é cancelada, continuando nos outros setores de atividade. Paninhos quentes de gente sem sentido de Estado nem "unhas" nem dignidade nacional.

"Unhas", que nem era preciso que fossem de cacho, luzidios e vigorosos...

Bastava um pedacinho de vitalidade, mas o que se pode esperar de quem acabou com o feriado que celebrava a restauração da Independência Nacional!?

Ai se Portugal tivesse Presidente da República!
E gabava Cavaco, há tempos, em Chaves, os nossos maiores! Pena não que não tenha nem uma pitadas das "unhas" desses heróis que fizeram Portugal !!!

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vacina contra o terror "religioso"




Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Com a tenebrosa experiência europeia da "católica" inquisição, o mundo deve combater os terroristas ditos religiosos.

Em todo o lado e com todas as armas.
À bala e à bomba, mas especialmente com educação.

Educação laica, livre de fantasmas e de mitos, e completamente fora da influência de igrejas e madraças, sinagogas e mesquitas.

Apenas a educação livre forma crianças e jovens livres, sem amarras ideológicas nem ódio aos que não são dos seus.

Ensinadas desde tenra idade, sem medos nem pecados, a liberdade e a tolerância contribuirão decisivamente para tornar o mundo mais seguro.

E a educação para o respeito pela diferença despovoará os exércitos da crueldade demencial mascarados de "religião", seja ela qual for.

Educação laica, eis o futuro da humanidade.


domingo, 2 de novembro de 2014

Militares e jornalistas intercetam a nossa língua



A propósito dos aviões militares russos que, nos últimos dias, se têm aproximado de Portugal e do norte europeu, foram publicadas notícias alegando terem sido intercetados.

Quer em gíria militar quer simplesmente na língua portuguesa, intercetar é cruzar trajetórias, mas o que a nossa Força Aérea, a britânica e a norueguesa fizeram foi o acompanhamento dos ditos aviões russos. Escoltaram-nos.

Colaram-se-lhes à ilharga e terão tentado comunicar com eles, nem sequer os coagiram a mudar de rota. Ou se o fizeram não passou de tentativa. Os russos seguiram para onde muito bem entenderam.

Estas incursões soviéticas em espaço aéreo NATO foram, durante a guerra fria, pão nosso de cada dia, e mesmo nessa época, apesar dos incidentes, nunca um avião daquela origem foi abatido. Nos casos de mais profunda penetração do espaço aéreo europeu ocidental, aí sim, havia interceção. Os caças americanos, britânicos e outros sinalizavam aos pilotos russos que os impediriam de prosseguir e estes recuavam. Voltavam a território internacional. Há imagens publicadas de pilotos a cumprimentarem-se de avião para avião no fim da incursão.

A história tem duas faces, pois também aviões NATO invadiam regularmente as fronteiras da URSS, eram intercetados e voltavam aos seus céus até novo ensaio deste método de detetar lacunas no controlo do respetivo espaço aéreo.

Foi um jogo do gato e do rato que durou décadas e que a estratégia militar russa agora retoma. Com uma variante. É que desta vez os russos apenas bordejaram territórios sensíveis. Por isso não foram intercetados, apenas escoltados.

E há duas madeiras de intercetar um avião, militar ou civil. Através de comunicação rádio e sinais convencionais internacionais, métodos pacíficos de levar um avião de desviar-se de uma rota ou forçá-lo a tomar outra. Mas desobedecidos, a interceção efetua-se com meios violentos, canhões e mísseis.

Mas, que se saiba, jamais os nossos F16 intimidaram os russos com meios letais. Por isso eles foram até onde queriam, apenas vigiados por pilotos portugueses.


Senhores militares, senhores jornalistas, intercetar não é escoltar.

in·ter·ce·tar
verbo transitivo
1. Deter ou interromper no seu curso.
2. Não deixar chegar ao seu destino.
3. Cortar.
4. Pôr obstáculos no meio de.

"intercetar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/intercetar [consultado em 01-11-2014].


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Banco de Portugal descapitalizado



O diretor e o diretor adjunto do Departamento de Supervisão Prudencial do Banco de Portugal demitiram-se. A informação foi confirmada à SIC pelo regulador.

Não faz grande diferença; afinal quem vai ao fundo dos baús à cata de informação são as empresas de auditoria! Isso foi evidente na falência do BES, em que a falência técnica do BdP veio escarrapachada nos jornais.

E foi confrangedor para o português digno ver o representante da KPMG, Sikander Sattar, ir ao EXPRESSO dizer que reuniões foram feitas e com quem no nosso banco central. Tivesse o supervisor capacidade técnica, com os seus operacionais no terreno, e não  teria este enxovalho.


E é para premiar os chefes e seus chefões, técnicos e amanuenses do BdP que tem uma quinta de lazer em Caneças. Com uma placa "Propriedade Privada".

Apesar desta imerecida e injusta mordomia, o que salta à vista é a descapitalização do regulador. Falta-lhe capital humano qualificado. E à administração capacidade gestionária, dignidade!

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O pernil que fideliza sem trombone




É no Porto, essa fidelização que atrai lisboetas e transmontanos, picarotos e algarvios deste mundo de marcas, mas que se afirma sem berrar por trombones, canais e impulsos eletrónicos.

Fideliza pelo paladar, não pela campanha nem por aquele anúncio no canto do jornal ou porque aquela da televisão falou nele (de raspão, a fingir fugir do compromisso não publicitário).

Pois a preciosidade portuense é a Sandes de Pernil (assim mesmo, com merecido destaque) da Casa Guedes, ali na Praça dos Poveiros 130.

É uma sandes de primeiríssima classe, só ultrapassada pela que se come a seguir, que uma sabe a pouco, embora bem sabendo.

Entretanto, caro leitor, estimada leitora,dê uma espreitadela na cantilena do clã Correia, que lhe fala na receita secreta da assadura: http://www.tascas.pt/casa-guedes/

Tal é a minha dependência* que estou vai não vai em lá voltar.

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* Sem interdependência comercial.


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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Vingança nacional de vaidades nominais




Conhece o Pedro Coelho?
E o Aníbal Silva!? E o José Barroso?

Conhece, pois claro que conhece, embora lhe tragam memórias de esquecer!

Mas a vaidade míope, o pedantismo e o provincianismo fazem com que esta gente seja conhecida por outros apelidos.

É a cumplicidade bajuladora de jornalistas que lhes besunta o sangue, a fingir azulado em nome do empoamento do estatuto e camuflagem da origem. Como se nascer aldeão ou em família pobre fosse pior que sarna!

Porque raio citam o Durão pelo seu nome completo, José Manuel Durão Barroso e o Aguiar é sempre escrito com hífen e como está no Cartão de Cidadão!?

Pequenez. Só a pequenez justifica a adoção dos nomes completos nos jornais e nas televisões. Pequenez de quem impõe tal parolice aos assessores de imagem e pequenez de quem a transmite.

Ai se eles soubessem a velha anedota da mamã pimpona...

Perguntou pelo filho Vasco André de Segóvia Silvestre Blanco e Espírito Santo Pimenta de Albuquerque Bettencourt e ninguém o conhecia. Até que, pela descrição, um colega se lembrou:
– Ah, sim, é o Batata!

Pela mesma razão o português comum se vinga dessas saloias designações. Só se lhes refere como o Passos, o Durão, o Aguiar e o Cavaco.

Mesmo os aduladores que lhes fazem vénias na cara...

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Portugal desonrado por "honraria" de compadres



José Sócrates vai ser esta segunda-feira galardoado com a Medalha de Mérito Municipal da Covilhã, na categoria Ouro e Chave da Cidade, pelas "obras de relevo" na cidade.  http://expresso.sapo.pt/o-menino-de-ouro-vai-receber-ouro-esta-tarde-na-covilha=f894496#ixzz3GgcGrjGf

Os "amigos" são para as ocasiões. Mas estes "amigos" são meros correligionários compadres, branqueadores!!!

Já não bastava o altifalante que Passos & Relvas lhe deram na RTP...

Um PM que deixa o país com a corda na garganta, preso aos credores por falripas, não pode ser homenageado. Não, nem pensar. Nem sequer sob o pretexto provinciano do que fez à sua terra.

Por isso, este é um ato para mascarar a imagem de quem teve um processo judicial retalhado à tesourada. E por quem poucos porão as mãos no lume, tais as inquestionáveis dúvidas éticas que deixou na sociedade portuguesa.

Dar ouro a quem o tirou aos concidadãos é um fruto podre do compadrio partidário, essa sarna de que temos de los libertar.

E que desonra a Covilhã e Portugal.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Governo Passos apadrinha falência Espírito Santo



Maria Luís admite: 
sim, o Novo Banco pode ter custos para os contribuintes


Maria Luís, ministra das finanças prepara o terreno. E a notícia, em letra de forma, virá em breve. Serão os ferozes cortes nas reformas de quem trabalhou uma vida inteira que vão pagar as negociatas do Ricardo Salgado e seus múltiplos cúmplices.

Este anúncio mostra aos portugueses que a ministra está ao lado de quem não soube gerir, de quem manipulou contas e de quem vive de negócios sob investigação.

Fossem estadistas, pessoas de grande envergadura moral e política, ela e Passos, e nacionalizariam todo o património dessa família. Até à liquidação dos custos da sua bancarrota, confiscariam ações e títulos de propriedade, sob quaisquer formas, terrenos, edifícios, escritórios, fábricas e equipamentos, do GES, da Rioforte, da ES Saúde e por aí fora. Onde quer que estivessem sediados ou camuflados.

A nacionalização imediata de todos esses bens e a sua venda urgente ao melhor preço é a solução que garante que quem tão mal administrou não beneficia da sua gestão danosa nem a ela fica impune.

Levar um grupo à falência é uma irresponsabilidade colossal, mas fazer os reformados pagarem tamanha negligência é uma crueldade imperdoável e uma desfaçatez intolerável.

Só a venda do Hospital da Luz em bolsa e da Herdade da Comporta em hasta pública mostrará a essa família que Portugal não é um couto de compadrios.

E no dia em que o produto dessas vendas entrar nos cofres do Tesouro, nesse dia, os portugueses saberão que têm um governo que zela pelo bem comum.


!!!!!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Mafalda, o farol de Quino



Escrever grandes livros é obra de grandes homens e grandes mulheres, mas escrever grandes obras em poucas palavras é uma obra monumental.

E Quino é um monumentalista. Com a Mafalda e companhia enfrentou a ditadura militar argentina, divertiu pequenos e graúdos e apelou a um mundo melhor.

Sempre em poucas palavras, sonoras palavras, numas tiritas recheadas de bom senso e ironia fina, Quino marcou o mundo.

Por isso, daqui, deste grato Formigarras, se lhe dirige uma monumental chapelada. Ilustrada. Com as suas inteligentes imagens.












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domingo, 5 de outubro de 2014

Costa e Cavaco desonram o Povo e a República




Acabo de ver e ouvir os protestos cidadãos de quem foi à Praça do Município lisboeta participar nas comemorações da Implantação da República e encontrou um muro de silêncio.

Nem ecrã gigante, nem altifalantes e nem uma varanda vibrante.

Tudo intramuros, entre os barriga cheia, incluindo um corrupto recentemente condenado.

O Cavaco falou de compromissos interpartidários para a "salvação" do regime constitucional, mas o Zé Povinho, a essência da democracia, foi escorraçado da principal comemoração.

Um dia se saberá o porquê desta elitista, fingida e cobarde fuga dos políticos ao povo português.

Porém, ficou patente a monstruosa hipocrisia do Cavaco e a ignóbil cobardia do presidente da Câmara de Lisboa. O primeiro papagueia ecos populares, mas foge do povo a sete pés, até dos miúdos da escola António Arroio fugiu.

E o Costa, eleito primeiro socialista em primárias, foi um primário moço de fretes do ainda PR.

Tivesse António Costa verticalidade republicana e afrontaria Cavaco, bater-lhe-ia o pé, nem que tivesse de ser o único a discursar na varanda de 1910.

Preferiu pactuar, meter o rabo entre as pernas, esconder-se do povo que o elegeu há uma semana. Mostrou a sua máscara, o seu fingido socialismo.

Juntaram-se ambos, o Costa e o Cavaco, ao Passos que eliminou o feriado do 5 de Outubro, símbolo maior da República.

Qualquer dos três são indignos dos cargos que ocupam. Desonram Portugal e a sua História, nela conquistando o lugar de fugidias figurinhas.


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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Os contabilistas americanos do PS


Primárias PS secundarizam Portugal




Nos números inteiros, em Portugal e na Europa, o separador dos milhares é um espaço em branco ou um ponto [ . ].
10 679 ou 10.679

E nos números decimais, também em Portugal e na Europa, a vírgula [ , ] separa a parte inteira das casas decimais, inclusive nas percentagens.
69,41%

Em Portugal é assim porque seguimos um padrão europeu, mas nos EUA é exatamente o contrário, usam a vírgula [ , ] como separador de milhares nos inteiros e o ponto [ . ] separa as casas decimais dos algarismos que a antecedem.

Ora veja como são apresentados os resultados das primeiras Primárias do PS:

Destaque


https://www.psprimarias2014.pt/#resultados

Embora caído em desuso, o termo estrangeirado, tão usado há um par de séculos, é a marca de água deste apuramento.

De facto, os tempos são outros e os excel dos nossos dias são versáteis o suficiente para se usar o padrão nacional de escrita e não o que outros preferem e a nós baralha.

E o PS só ganharia em mostrar neste quadro as suas raízes portuguesas em vez de se render à abúlica dependência do consultês que por aí prolifera.

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