No ano passado, fizeram-se menos 2556 cesarianas nos hospitais públicos do país, do que em 2009. No Norte, região que apresentava piores valores, as medidas para reduzir aqueles partos, com mais riscos e mais caros, estão a dar resultado. http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1783434
Medidas mais apertadas ou médicos mais conscientes?
Ou mulheres com mais conhecimentos?
Ou maridos e companheiros mais próximos?
Certo certo é que se reduziu a cirurgia a metro, ou seja, em função de outros interesses que não a saúde da mãe e do bebé.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
86 talibãs por dia
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O DN eletrónico informa hoje que as polícias recebem 86 queixas diárias por maus tratos domésticos.A crueldade dos 86 portugueses que, diariamente, fazem agressões domésticas só não é exatamente como a dos seus iguais afegãos por não usarem ácido.
O ácido com que os fundamentalistas do Afeganistão desfiguram, mutilam e humilham mulheres, filhas e sobrinhas. Nem por isso o número deixa de ser arrepiante, pois traduz uma crueldade inaceitável numa sociedade educada, escolarizada, sadia.
Provavelmente este número é apenas a ponta do iceberg, pois a vergonha impedirá muitas mulheres de denunciarem os agressores. Digo mulheres porque se sabe que o número de homens agredidos ou mortos pelas suas parceiras é muito menor do que o de mulheres alvo de violência doméstica.
E aos 86 ainda há que acrescentar os assassínios perpetrados por familiares que disso só têm o nome.
Porém, o medo do diz que disse dissipa-se aos poucos e das duas uma, o número de crimes reduz-se ou os criminosos passam a pagar pelos crimes domésticos.
Mas continuamos com uma comunidade frágil, doentia, para quem a dignidade humana, a ética e a Lei são letra morta. O que também explica muitos resultados eleitorais.
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1783368
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
PREC egípcio
Membros da polícia e do exército egípcio trocaram hoje, domingo, disparos, sem causar vítimas, durante um protesto que juntou centenas de agentes policiais que reclamavam a melhoria das condições de vida. Os polícias queixam-se dos baixos salários. http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1783310&seccao=M%E9dio Oriente
Afinal é revolução, pelo mesmo um começo, pois só a ausência de liderança centralizada, respeitada ou temida explica os confrontos entre forças.
A transição para nova era complica-se rapidamente. Os cenários pulverizam-se e ai do Egito se as suas forças armadas se fragmentarem. Indisciplinadas, ignorando a cadeia de comando e usando o seu poderio sem coordenação serão o epicentro do abalo social e não a sua esperança.
Estilhaçado o exército, o fundamentalismo islâmico terá a vida facilitada e o cidadão comum viverá dias negros.
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Afinal é revolução, pelo mesmo um começo, pois só a ausência de liderança centralizada, respeitada ou temida explica os confrontos entre forças.
A transição para nova era complica-se rapidamente. Os cenários pulverizam-se e ai do Egito se as suas forças armadas se fragmentarem. Indisciplinadas, ignorando a cadeia de comando e usando o seu poderio sem coordenação serão o epicentro do abalo social e não a sua esperança.
Estilhaçado o exército, o fundamentalismo islâmico terá a vida facilitada e o cidadão comum viverá dias negros.
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Portugal magnífico
Das paisagens mais bonitas que já vi no nosso país, talvez até a melhor.
Do alto da serra, as imagens de Dornes são deslumbrantes. A aldeia é pequenina, mas lá de cima tem um efeito na paisagem que nos prende. Apetece ficar a observar como se nos deliciássemos frente a um Rembrandt.
Dornes, 12.Fev.2011
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Do alto da serra, as imagens de Dornes são deslumbrantes. A aldeia é pequenina, mas lá de cima tem um efeito na paisagem que nos prende. Apetece ficar a observar como se nos deliciássemos frente a um Rembrandt.
Dornes, 12.Fev.2011
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Confiança inútil
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A TSF disse, ontem, que o atual MAI mantém a confiança na equipa, apesar dos problemas eleitorais de 23 de Janeiro.
Eu não!
Eu já perdi a confiança nas equipas, no ministro e no PM.
Um Cartão de Cidadão que foi criado com a expressa intenção de substituir o cartão de eleitor e impediu Cidadãos de cumprirem os seus direito e dever de votar apenas demonstra incompetência.
E mostra a ânsia de Rui Pereira pelo poder. Fosse ele um político responsável, sensato, merecedor da confiança dos portugueses, e teria assumindo o erro e largado o cadeirão. Todavia, atormentado pelo síndroma do eletricista [hospital de Évora], prefere fugir à verdade, escondendo-se atrás de palavras ocas. Dizer que o principal problema nas eleições presidenciais foi «a falta de notificação automática» dos eleitores cuja situação se alterou é quixotesco.
O problema não foi nada de automático nem de informático. O verdadeiro problema foi uma equipa política e outra da DGAI a dormirem à sombra do decadente número de eleitor. Sem terem procurado um método de utilização eleitoral do CC.
Bem esteve a Universidade do Minho, que recomenda a exploração adequada do número do Cartão de Cidadão. Eureka!!!
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A TSF disse, ontem, que o atual MAI mantém a confiança na equipa, apesar dos problemas eleitorais de 23 de Janeiro.Eu não!
Eu já perdi a confiança nas equipas, no ministro e no PM.
Um Cartão de Cidadão que foi criado com a expressa intenção de substituir o cartão de eleitor e impediu Cidadãos de cumprirem os seus direito e dever de votar apenas demonstra incompetência.
E mostra a ânsia de Rui Pereira pelo poder. Fosse ele um político responsável, sensato, merecedor da confiança dos portugueses, e teria assumindo o erro e largado o cadeirão. Todavia, atormentado pelo síndroma do eletricista [hospital de Évora], prefere fugir à verdade, escondendo-se atrás de palavras ocas. Dizer que o principal problema nas eleições presidenciais foi «a falta de notificação automática» dos eleitores cuja situação se alterou é quixotesco.
O problema não foi nada de automático nem de informático. O verdadeiro problema foi uma equipa política e outra da DGAI a dormirem à sombra do decadente número de eleitor. Sem terem procurado um método de utilização eleitoral do CC.
Bem esteve a Universidade do Minho, que recomenda a exploração adequada do número do Cartão de Cidadão. Eureka!!!
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Liberdade egípcia
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Um manifestante depois da fuga de Mubarak: "Queremos um país democrático, secular, sem corrupção e livre" http://aeiou.expresso.pt/egito-queremos-um-pais-democratico-secular-sem-corrupcao-e-livre-manifestante-na-praca-da-libertacao=f631671Também eu, mas não será esse o destino do país.
Por mais legítima que seja a sede de liberdade, a liberdade de adorar ou rejeitar, de ajoelhar ou passar, de vestir ou despir, há correntes muito fortes no Egito que querem dominar os concidadãos.
E vão deitar mão ao ópio do povo para dar às amarras um verniz celestial. Basta ouvir quem aparece na televisão ou o alcandorado a vice presidente: todos invocam Alá!
Só povos muito escolarizados têm total liberdade religiosa, alcançada por via do desenvolvimento e da informação e não de qualquer revolução instantânea. O Egito tem 71,4% de alfabetizados, já para não falar do PIB per capita de 4 031 € (Wikipédia).
Quem me dera estar enganado!
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Por isto apoio o combate aos afegãos selvagens
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"O retrato de uma mulher afegã, mutilada no nariz, valeu ao repórter fotográfico sul-africano Jodi Beiber o grande prémio do concurso internacional World Press Photo 2010". http://www.publico.pt/Cultura/fotografia-de-afega-mutilada-vence-world-press-photo_1479759
Inumanos como quem cometeu esta atrocidade merecem castigo proporcional. Assá-los em lume brando como fazia a inquisição, crucificá-los como os romanos ou empalá-los à moda assíria são métodos demasiado cruéis, mas enforcá-los é uma pena adequada.
Porém, como a caricatura de regime de Cabul pouco faz para punir estes criminosos, é total o meu apoio às tropas que caçam os talibãs. Os militares que ali enfrentam a barbárie mascarada de religião estão a prestar um serviço inestimável à civilização. Não à civilização dita ocidental, mas à civilização.
A denúncia do crime é, também, digna de apreço, sendo o prémio uma homenagem das pessoas dignas. De todas elas.
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Inumanos como quem cometeu esta atrocidade merecem castigo proporcional. Assá-los em lume brando como fazia a inquisição, crucificá-los como os romanos ou empalá-los à moda assíria são métodos demasiado cruéis, mas enforcá-los é uma pena adequada.
Porém, como a caricatura de regime de Cabul pouco faz para punir estes criminosos, é total o meu apoio às tropas que caçam os talibãs. Os militares que ali enfrentam a barbárie mascarada de religião estão a prestar um serviço inestimável à civilização. Não à civilização dita ocidental, mas à civilização.
A denúncia do crime é, também, digna de apreço, sendo o prémio uma homenagem das pessoas dignas. De todas elas.
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STA Excrescência salazarista na democracia portuguesa
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A clique salazarista sempre quis controlar a Administração Pública sem folgas. Para isso criou vários instrumentos, incluindo o STA - Supremo Tribunal Administrativo.
Temos o STJ - Supremo Tribunal de Justiça e a democracia deve tê-lo. E só há supremo se supremo for um e só um, um único.
Mas há dois, o de Justiça e o Administrativo, pelo que, verdadeiramente, Portugal não tem Supremo Tribunal.
A democracia portuguesa ainda não se libertou completamente do salazarismo. A vandalização da placa, a colagem de baixo, é bem expressiva. Apesar da sua ilegalidade, ironiza a irrazoabilidade:
A clique salazarista sempre quis controlar a Administração Pública sem folgas. Para isso criou vários instrumentos, incluindo o STA - Supremo Tribunal Administrativo.
Temos o STJ - Supremo Tribunal de Justiça e a democracia deve tê-lo. E só há supremo se supremo for um e só um, um único.
Mas há dois, o de Justiça e o Administrativo, pelo que, verdadeiramente, Portugal não tem Supremo Tribunal.
A democracia portuguesa ainda não se libertou completamente do salazarismo. A vandalização da placa, a colagem de baixo, é bem expressiva. Apesar da sua ilegalidade, ironiza a irrazoabilidade:
STA: acabar com ele!
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Do melhor e do pior de Lisboa
Do melhor, da melhor qualidade mundial, são as primeiras imagens. Chamemos-lhe ponto de reabastecimento elétrico, cujo símbolo há que reter.
Veem-se o espaço de paragem, os postes de uma marca portuguesa, a Efacec, e o que não se vê subentende-se: o esforço de inovação com o qual Portugal sairá da cepa torta.
Do piorio, a pobreza, a desistência de uma vida digna em pleno centro da capital.
E mais coisas boas, como belas perspetivas e pormenores curiosos.
O terrorismo urbano impune é uma nódoa a alastrar.
Finalmente, um doentio exemplo do nosso preguiçoso desleixo.
Tudo isto em Lisboa, hoje.
!!!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Autogolo diretivo sportinguista
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A propósito da venda do passe de Liedson, Costinha, director de futebol do SCP, fez comentários explosivos. Aqui ficam quatro extratos a granel:
– «Os sócios estão fartos da mentira»
– «As coisas são sempre mal explicadas»
– «Com tostões todos querem fazer uma equipa de milhões»
– «Couceiro resolveu o que eu também resolvi, ou seja, nada!»
Tais afirmações, feitas entre as quatro paredes sportinguistas, certamente fariam mossa. Contudo, dar com a boca no trombone, atirando-as aos quatro ventos, não deixará de ribombar nos tímpanos de quem toma ou tomará decisões no clube.
Sendo corajoso no que disse, não foi estratega. Foi tático por ter escolhido o momento eleitoral para pôr o dedo nas feridas, mas não é provável que o futuro presidente queira um diretor que lança torpedos contra o barco de Alvalade.
A sua truculência não mostra estratégia ponderada. De facto, distanciar-se de Couceiro nesta altura, em vésperas de nova direção, encetou uma turbulência que os próximos eleitos terão de neutralizar a todo o custo.
Com a impulsividade demonstrada até parece que está mortinho por um despedimento com justa causa. Sem direito a acionar a cláusula de rescisão…
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A propósito da venda do passe de Liedson, Costinha, director de futebol do SCP, fez comentários explosivos. Aqui ficam quatro extratos a granel:
– «Os sócios estão fartos da mentira»
– «As coisas são sempre mal explicadas»
– «Com tostões todos querem fazer uma equipa de milhões»
– «Couceiro resolveu o que eu também resolvi, ou seja, nada!»
Tais afirmações, feitas entre as quatro paredes sportinguistas, certamente fariam mossa. Contudo, dar com a boca no trombone, atirando-as aos quatro ventos, não deixará de ribombar nos tímpanos de quem toma ou tomará decisões no clube.
Sendo corajoso no que disse, não foi estratega. Foi tático por ter escolhido o momento eleitoral para pôr o dedo nas feridas, mas não é provável que o futuro presidente queira um diretor que lança torpedos contra o barco de Alvalade.
A sua truculência não mostra estratégia ponderada. De facto, distanciar-se de Couceiro nesta altura, em vésperas de nova direção, encetou uma turbulência que os próximos eleitos terão de neutralizar a todo o custo.
Com a impulsividade demonstrada até parece que está mortinho por um despedimento com justa causa. Sem direito a acionar a cláusula de rescisão…
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Hipertrofia da grafia
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Sem saber a nova grafia de auto-golo fui-me do Portal da Língua Portuguesa (http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=browse) e lá estava ela na sua nova roupagem: autogolo.
Mas tem a companhia de alguns curiosos hereges:
– auto-hemoterapia - substantivo
– auto-hemoterápico - adjetivo
– auto-hipnose - substantivo
– auto-observação - substantivo
– auto-ônibus - substantivo (Brasil)
– auto-ónibus - substantivo (Portugal)
– auto-stop – substantivo.
Banzado, pergunto-me se os hífenes são da estirpe sal e pimenta no queijo fresco. Só põe quem quer?
Dos outros acasalamentos não sei, são histórias com história. Só me ralo com as vogais.
Será por as duas vogais serem muito chegadas que têm direito a um ‘coisinho’? Se esta lógica é que manda, então candeeiro e veemente, zootecnia e cooperação, Saavedra e niilista ficam na bicha para enxerto com o agora quase proscrito hífen!?
Enquanto não houver um decreto regulamentador, uma portaria interpretativa ou despacho clarificador, quiçá um AO2, enquanto uma coisa dessas não sai da forja, olha, vou escrevendo como me dá na real gana.
Assim como assim, o ministério da Educação deu cinco anos para as Escolas se adaptarem e eu vou aproveitá-los. Adapto-me a passo a passo, a passo de caracol. Hoje errando, amanhã corrigindo e um dia, um belo e esperançoso dia, terei um português afinado. Até mesmo re-finado... por obra e graça de uma regra desbragada!
Há aí quem dê uma ajuda?
!!!???
Sem saber a nova grafia de auto-golo fui-me do Portal da Língua Portuguesa (http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=browse) e lá estava ela na sua nova roupagem: autogolo.
Mas tem a companhia de alguns curiosos hereges:
– auto-hemoterapia - substantivo
– auto-hemoterápico - adjetivo
– auto-hipnose - substantivo
– auto-observação - substantivo
– auto-ônibus - substantivo (Brasil)
– auto-ónibus - substantivo (Portugal)
– auto-stop – substantivo.
Banzado, pergunto-me se os hífenes são da estirpe sal e pimenta no queijo fresco. Só põe quem quer?
Dos outros acasalamentos não sei, são histórias com história. Só me ralo com as vogais.
Será por as duas vogais serem muito chegadas que têm direito a um ‘coisinho’? Se esta lógica é que manda, então candeeiro e veemente, zootecnia e cooperação, Saavedra e niilista ficam na bicha para enxerto com o agora quase proscrito hífen!?
Enquanto não houver um decreto regulamentador, uma portaria interpretativa ou despacho clarificador, quiçá um AO2, enquanto uma coisa dessas não sai da forja, olha, vou escrevendo como me dá na real gana.
Assim como assim, o ministério da Educação deu cinco anos para as Escolas se adaptarem e eu vou aproveitá-los. Adapto-me a passo a passo, a passo de caracol. Hoje errando, amanhã corrigindo e um dia, um belo e esperançoso dia, terei um português afinado. Até mesmo re-finado... por obra e graça de uma regra desbragada!
Há aí quem dê uma ajuda?
!!!???
Lisboa adernada
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O vandalismo urbano não é tolerável e este é duplamente significativo.
Demonstra a impunidade do crime identificando a causa da tolerância com estes malfeitores. Não se vê nas imagens, mas adivinho que os corvos estejam a defecar para os autarcas, para os deputados e para os membros do governo com pelouros da salubridade mental.
O vandalismo urbano não é tolerável e este é duplamente significativo.
Demonstra a impunidade do crime identificando a causa da tolerância com estes malfeitores. Não se vê nas imagens, mas adivinho que os corvos estejam a defecar para os autarcas, para os deputados e para os membros do governo com pelouros da salubridade mental.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mais pequenos gestos que amachucam a cidadania
Numa rua de Lisboa
No Metro de Lisboa
Em Alcochete
Nos campos de Grândola
No jardim do Palácio dos Marqueses de Pombal, Oeiras
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
131
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Atualmente temos 131 deputados a mais.
Com 99 os debates em plenário seriam mais concisos, não se perdiam em retórica (ou perdiam-se menos!);
Com 99 as Comissões Parlamentares seriam mais eficicazes, sem tanta verborreia televisiva;
Com 99 as viagens ao estrangeiro ficariam em conta e os deputados, todos eles, não se gabariam de conhecer todo o mundo;
Com 99 cabiam todos no Palácio de S. Bento, sendo dispensáveis os edifícios da D. Carlos e a Casa Amarela;
Com 99 não teríamos deputados "põe-te em pé", que nunca falam, só se levantando para votar;
Com 99 os Cidadãos saberiam os nomes de cada deputado e
99 sair-nos-iam muito, mas mesmo muito mais baratos; um exemplo para o país!
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Atualmente temos 131 deputados a mais.
Com 99 os debates em plenário seriam mais concisos, não se perdiam em retórica (ou perdiam-se menos!);
Com 99 as Comissões Parlamentares seriam mais eficicazes, sem tanta verborreia televisiva;
Com 99 as viagens ao estrangeiro ficariam em conta e os deputados, todos eles, não se gabariam de conhecer todo o mundo;
Com 99 cabiam todos no Palácio de S. Bento, sendo dispensáveis os edifícios da D. Carlos e a Casa Amarela;
Com 99 não teríamos deputados "põe-te em pé", que nunca falam, só se levantando para votar;
Com 99 os Cidadãos saberiam os nomes de cada deputado e
99 sair-nos-iam muito, mas mesmo muito mais baratos; um exemplo para o país!
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