terça-feira, 23 de agosto de 2011

Murais imortais 3

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Sintra, 14 Abril 2011


Sintra, 14 Abril 2011


Sintra, 14 Abril 2011

Lisboa,  15.Maio.2010


Lisboa 15.Abril.2011

Úmbria, 3.Out.2010


Assisi, Itália, 6.Maio.2010


Lisboa, 15.Abril.2011
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Morte mural

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Não sei de que polvo se trata e muito menos se Fradera é invenção ou deturpação. Mas o assassínio é evidente: o da língusa portuguesa.


Oh Zé, deixa-te disso!


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Museu de Arte Vadia - Nova coleção

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Lisboa, 6.Maio.2011

domingo, 21 de agosto de 2011

Contrastes scalabitanos

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Ereções eternas


Sempre me surpreendi com as prometidas 70 virgens que talibãs de meio mundo prometem a quem empurram para o suicídio assassino.

Porquê 70 e não 18 ou 140!? E porque não um número mais redondo, umas 100 virgens ou mesmo 1000? Já que vão desta para a eternidade, poderiam achar que 70 é parco prémio para tamanho martírio.
As minhas interrogações adensaram-se agora. O livro 1509 – A batalha que mudou o domínio do comércio global, de J. Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas, dá que pensar.
Há lá um sábio que alude às ereções eternas dos eleitos do paraíso. Eterno é o sempre, o nunca mais acabar. Vem-me à baila, coisa de incréu impenitente, o fartar vilanagem. E é aqui que a porca torce o rabo.
Como é que qualquer abençoado por ereção eterna se contenta com um número finito de virgens!?
E aqui começa um enredo conceptual de alto lá com ele! Em catadupa, atropelando-se desabridamente, vêm-me ideias tantas e tão emaranhadas que não sei para que lado me hei-de virar. Para não vos transmitir a minha confusão deixo aqui apenas umas tantas.
Que faz o eterno ereto às virgens depois de as converter? Abandona-as, serão descartáveis? Onde pára a justiça celestial que não lhes permite os seus próprios êxtases, sabido que nem sempre os primeiros acordes são o melhor das partituras.
E depois de convertar as 70 o divino prémio caduca?
E às não virgens estará vedado o paraíso ou não serão suficientemente paradisíacas para um ereto eterno? Não terão estas direito a divinal folguedo?

Isto, já para não falar da igualdade em que porfiamos há muito. Uma mínima transposição para o além faria às eleitas do paraíso a justiça da untura eterna. Às virgens e às tarimbadas.
Todavia, essa igualdade no martírio seria um tormento celestial. As tímidas faíscas virginais aos poucos dariam em labaredas bacanais afogando em ais as eternas ereções.

E por aqui me fico, que isso já são versículos de outros manuais.
!!!!!

sábado, 20 de agosto de 2011

Contrastes do Porto











Terroristas abençoados

De alguma forma tolerados, de algum modo protegidos, o seu mal alguém aterroriza.







Todos eles estiveram expostos em Sintra na


Fotografias autorizadas


O regresso dos antípodas

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Com vinda a 30 de Julho em 22 horas de aviao, o regresso esta para breve, muito em breve.



Melburne, 20 de Agosto de 2011



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CP provinciana

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A estação da CP de S. Bento, no Porto, tem um centro de mobilidade.

E depois!? Que é que tem?

O que tem, é que queria trocar bilhetes e não sabia onde o fazer. Vi no dito centro algumas pessoas à espera e perguntei-me:
 Não me digas que é isto!

E não é que era mesmo!? O centro de mobilidade é a bilheteira, a sempre eterna bilheteira que todos sabem e saberão para que serve.

Mas a CP gosta de impressionar os clientes. E em vez de fazer um esforço para eliminar o défice crónico, sempre pendurada no Orçamento de Estado, a CP envereda pela pompa balofa.

E ganham os chefões do CA uma pipa...

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Murais imortais 2