quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Um saudável exemplo russo

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Rússia: Parlamento aprova castração química de pedófilos http://aeiou.expresso.pt/russia-parlamento-aprova-castracao-quimica-de-pedofilos=f678267

Pedófilos e violadores têm de ser travados.

Venha lá justiça a sério para estes tarados, química ou artesanal.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nem mais um tusto para os bolsos de Berardo

Berardo chantageou o governo de então, promovendo a ideia de que levar a sua coleção para o estrangeiro seria uma grande perda para o país. E fez uma negociata leonina com Sócrates, que o aboletou no CCB.
Mas o que foi propagandeado como generosidade de um amante da arte, não passa de espertice de agiota. Implica, além da cedência das instalações, entradas regulares de dinheiro do Estado (que incluí o dos portugueses com fome).
O novo-rico fomentou agora um reboliço ao dizer que não tem fundos para ordenados dos funcionários e que a Fundação CCB tem um saco azul lá fora. O departamento da cultura desmente-o, apontando os investimentos em diversificadas aplicações financeiras.
Paralelamente, o Expresso publica os valores milionários atribuídos pela Christie's a peças ridículas.
Se há quem fique embevecido diante de uns traços de Miró sobre tela branca;



se há quem considere arte um infantil amontoado de pinceladas de Mitchell e

se um telefone antigo com uma lagosta em cima fascina alguém

isso não justifica que 600 000, 1 800 000 e 1 000 000 euros, respetivamente, sirvam de moeda negocial entre o Estado Português e Berardo.
Para completar a confusão, vai realizar-se uma nova avaliação, supostamente por entidade independente. Mais encargos, mais despesa inútil, quando a solução é muito simples. Encaixote Berardo as suas peças, leve-as lá para onde lhe derem mais lucro, mas deixe o dinheiro dos portugueses em paz.

E não vale a pena fingir-se de mecenas quem nem de muito longe chega aos calcanhares do grande Calouste Gulbenkian.

O CCB merece mais do que desperdício de tinta.

Adelaide e sua discreta arte vadia

Ao contrário de Lisboa, do Porto, das Caldas da Rainha e de tantas outras cidades e vilas portuguesas vandalizadas com pichagenns, em Adelaide só vi pichagens em recantos, becos e ruelas.

Aqui fica uma amostra.










Curiosamente, na Pousada havia disto:



Estas estavam no sítio certo.

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cortesia, porcos e besuntos de Adelaide





De Adelaide fica a memória dos porcos e das esferas e também do senhor amável.

É uma grande cidade com enormes avenidas e estava eu a olhar ora para uma ora para o mapa, talvez com cara de ponto de interrogação, quando oiço:
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Do you need some assistance?

Não estava perdido a 100% nem 100% orientado e o senhor cortês deu-me uma ajuda e uma lição.

A sua achega abreviou a localização e rapidamente elegi a Rundle Mall como centro das minhas coordenadas, daí derivando sem dificuldades. Uma amabilidade muito prática. Com ela aprendi que cá também podemos dar uma mão a quem, perdido na teia alfacinha, agite, sem Norte, um mapa mudo.

Também não se esquecem as raparigas da loja de bugigangas e malas com carradas de besuntos na cara, tapume que não deixava ver a provável beleza com que a mãe natureza as dotara.

Os porcos, as esferas e outras marcas cá estão; as raparigas não, por pudor e para não agenciar publicidade enganosa.






Não se viu na cidade um único aborígene, apesar da monumental bandeira aborígene ao lado da australiana na Victoria Square.



Da capital do Estado de Austrália do Sul lembramos ainda alguma arte, pichagens e imagens do Mercado Central, tudo isto editado em próximos capítulos.

domingo, 2 de outubro de 2011

Sul verde e ovelhas, verde e vacas e verde verde

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18 Agosto

Chegados ao Estado de Victória o verde impera.


Verde por todo o lado, nas pastagens a perder de vista, com vacas e ovelhas, em manadas e rebanhos sem pastores nem cães.











Onde estão as fotos de grandes rebanhos e das manadas? Não há! Sorry...


Os canguros também aparecem, embora muitos estejam em redis, tal como o gado. Por isso nos aparecem no prato com alguma frequência, embora caçados em zonas que sobrepovoam.




sábado, 1 de outubro de 2011

Cangurus brancos

Nem imaginava que existissem cangurus brancos!

Mas cá estão eles, embora engaiolados... num parque selvagem!!!










São cangurus albinos, seguindo a versão oficial. Em "parque selvagem" como aves de capoeira.


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vinha cuidada, adega artística e vinho sacramental

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Clare, South Australia
15 de Agosto 2011

Tudo isto na





onde a vinha é regada e muito bem tratada.






Equipamento não falta





A adega evidencia uma gestão de quem sabe da poda.






A técnica promocional está igualmente presente, com este pormenor inspirado:



Quadros nas próprias cubas de fermentação e num espaço adjacente reforçam a atratibilidade, coisa que nunca vi por cá, mesmo em adegas topo de gama.



Os produtos acabados aqui estão, sob a égide do patrono.





e das provas a 5 dólares há bastas provas: