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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Tolerância que mata

Lau Fat Wai, portador de passaporte e bilhete de identidade emitidos pelo nosso Consulado em Macau, foi preso no sul da China e condenado à morte por um tribunal por tráfico de droga.

A Amnistia Internacional manifestou a esperança de que o caso do cidadão britânico reavive junto do governo português e da Comissão Europeia o processo de Lau Fat Wai. http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1457949

Português ou não, se é genocida narcótico, que a China combata o tráfico, o que poucos países fazem.

Não se percebe a intensidade com que a AI defende genocidas, pois a história das últimas décadas mostra um alarmante paralelismo entre o aumento mundial de morte pelas drogas e a incompreensível tolerância com os seus negociantes.

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China pedagógica contra traficantes de droga




O cidadão britânico Akmal Shaikh, condenado à morte na China por tráfico de droga, foi executado durante a madrugada com injecção letal numa prisão de Urumqui, capital da remota província de Xinjiang, no noroeste do país, confirmou a agência noticiosa estatal do país China News http://www.publico.pt/Mundo/britanico-condenado-por-trafico-de-heroina-foi-executado-na-china_1415628

Se, quem anda no negócio do genocídio narcótico, souber que lhe pode custar muito caro, pensará duas vezes.

O mundo dito ocidental trata os traficantes genocidas com brandura. Não os faz pagar os milhares de mortes que provocam, as famílias destruídas e o sofrimento de tanta gente.

EUA, UE, Portugal também, são hipócritas ao dizerem que combatem os traficantes de droga. É mentira: fazem de conta que combatem. E, por cá, só apanham a arraia-miúda, que não há malha que cace os tubarões!

Fez bem a China. Foi um exemplo para o mundo que queira ser civilizado, tirando um genocida do circuito da droga.

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Guerra sem quartel aos traficantes

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Ontem soube-se que a família de um militar mexicano da unidade que abateu um chefe de cartel de droga foi chacinada. O militar morreu na operação e, não contentes com isso, os senhores da guerra mexicanos assassinaram a sua família.

Hoje o 'Público' noticia que o corpo de um governador colombiano raptado pelos traficantes das pretensas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia foi encontrado ontem à noite. Encontrado degolado.

Nestes e noutros países lida-se com cruéis organizações assassinas em massa com paninhos quentes. Mas do que se trata é de uma guerra. Que só será ganha se for combatida com estratégia militar, com acções devastadoras e não com paliativos.

Se assim não for, os 'barões' da droga tomam conta dos países e não haverá demagogia à "Chavez" que o esconda.
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Verdadeiro combate à droga

Um tribunal do Vietname condenou hoje cinco chineses à morte por fuzilamento por traficarem cerca de oito toneladas de haxixe. O Vietname tem uma das legislações antidroga mais duras no mundo e cerca de 100 pessoas por ano são executadas  por crimes relacionados com drogas. http://aeiou.expresso.pt/vietname-cinco-chineses-traficantes-condenados-a-morte=f554758

Se e quando outros países adoptarem medidas firmes como estas, o flagelo pode ser debelado.

O tráfico de estupefacientes é um crime contra a humanidade, um genocídio silencioso, e a história mostra que só a determinação contra os homicidas ganhará esta guerra.

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