terça-feira, 26 de julho de 2016

30 ciganos cobardes

30 ciganos cobardes de Campo Maior
A notícia é de origem local:

Curiosamente, na notícia da SIC, cuja imagem encima este comentário, não foi usada a palavra ciganos!!!
Mas foram ciganos cobardes, não ingleses nem brasileiros cobardes, os agressores não foram russos cobardes nem irlandeses cobardes.
Foram 30 ciganos cobardes que, em matilha, atacaram um quartel a agrediram soldados da paz.
E esta não é uma situação rara. Grupos de ciganos ameaçam, agridem, oral e fisicamente, pessoas indefesas um pouco por todo o país.
Venham lá as caridosas almas da proteção étnica...

Venham, venham, mas tenham presente que estas tribos de portugueses demonstram que Portugal não é um Estado de Direito.

Senão vejamos, quantos miúdos ciganos acabam a escolaridade obrigatória!? E então as raparigas ciganas... Pois se a escolaridade é obrigatória, por que não obriga as famílias ciganas?
As almas pretensamente caridosas devem saber que o vandalismo cigano só pode ser travado com escolarização. Com a inoculação escolar do valor cidadania responsável!

Até lá, que as autoridades exerçam plenamente a autoridade, sem medo da chantagem cigana tantas vezes exercida por grupos cobardes. Um a um encolhem-se, não se vê um cigano sozinho de peito feito!

Ai se os soldados da paz de Campo Maior não fossem pessoas de paz e têm deitado a mão aos seus machados de paz profissionais...


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Promissor revisionismo católico




O senhor papa católico esclareceu recentemente que não há brasas nem labaredas no inferno.
Boa. Boa, mas paradoxal! Então o anterior colega regimental não tinha já extinto o dito inferno!?

Adiante, que estão no bom caminho.

Voltemos ao senhor Francisco: proclamou igualmente que Adão e Eva são histórias da Carochinha, placebos low cost, portanto.

A verdade é que este revisionismo mitológico católico é promissor. Não tarda aí teremos mais um édito a reafirmar o caráter incorpóreo do ente supremo católico. Relembrar, apenas a relembrar, pois anda muito esquecido há muitos séculos.

E não surpreenderia que Francisco viesse para os telejornais atestar, à luz da relembrada imaterialidade deísta, que as estátuas que a simbolizam, assim como as dos santos e das santas são fruto de bíblico "artifício literário".

Se este varrimento conceptual persistir e se os Velhos do Restelo da Cúria Romana não fizerem um golpe de estado, assistir-se-á à maior migração estatuária da história da humanidade.

Não que seja já amanhã, que os museus por esse mundo fora ainda têm de ampliar os seus espaços de armazenamento para incorporar tamanho acervo de material ficcional.




Manuel A. Madeira
Alfragide, 20.Julho.2016