terça-feira, 31 de julho de 2012

Terceira manifestação pela ética política



Ontem, frente à AR, realizou-se a terceira manifestação de protesto contra o oportunismo do "ministro" Relvas e seu canudo flan.

Éramos poucos, sim, mas enquanto ele não for expulso do governo lá estaremos a protestar pela indeclinável honorabilidade da representação política dos portugueses.


A criatividade contestária continua e são veementes os brados de repulsa pela indignidade de um aldrabão no governo Passos.

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és. Ouviu, senhor Passos!?








Na próxima segunda feira nova presença diante da Casa das Leis em apoio a uma política digna. Casa cuja dignidade é manchada pelas sombrias habilidades do senhor Relvas.


Demissão do aldrabão V002

Nova versão do dístico para pôr no carro.

Apesar dos retoques, seria muito bem-vinda uma ajuda de quem sabe impressionar.

Uma caricatura a integrar a mensagem também seria um excelente empurrão borda fora ao aldrabão.





 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ética política no vidro de trás – V001

Para colar nos vidros de trás dos carros de quem prefere um Portugal livre de chicos espertos, mentirosos e traficantes de influências.



Têm a palavra os criativos e os arte finalistas, que este é apenas um ante-esboço de cartazito em demanda de arte e vontade de contribuir para a higiene política portuguesa.

O aldrabão fora do cadeirão!



Hoje às 19H00, frente à Assembleia da República, lá estaremos a dar mais um empurrão no Relvas, o aldrabão.

Ao agachar-se perante o aldrabão Relvas, casa mãe da Lei tem feito letra morta dos valores éticos da nossa constituição.

Enleados nos interesses partidários, os deputados tardam em defender a verticalidade no exercício das suas próprias funções. O seu enlameado silêncio não os dignifica, afundando-se a si próprios numa baixeza que lhes reduz a legitimidade.

O mesmo silêncio rasca do governo e o compadrio fétido do Primeiro Ministro que elevam Portugal na escala da anedotário europeu!

As imagens da semana passada, mais que diplomas flan, mostram como muita gente encara o "ministro" mentiroso.







Relvas aldrabão; demissão!

Relvas aldrabão; demissão!

Relvas aldrabão; demissão! 

domingo, 29 de julho de 2012

Regionalismos alentejanos

Atualização de 29 Julho 2012

Compilação: Manuel Armando Madeira
Agradeço todas as correcções e novos termos para

Açafate – Cesto rectangular com abas baixas em verga fina para colocar roupa.

Adiafa – Festa de fim de uma actividade, frequentemente constituída por uma refeição farta e bem regada.

Alambazar – Ficar com coisas a mais que o necessário ou razoável.

Albarda – Equivalente a sela, usado nos burros e muares para transporte de pessoas ou materiais, sendo o tecido de esparto enchido a palha de centeio e reforçado a cabedal nas zonas de maior desgaste.

Alcacêr – Forragem.

Almocreve – Homem que realizava trabalhos agrícolas com muares.

Amuadiço – Que amua por tudo e por nada.

Atafais – Arreios que seguram a albarda ou a sela às pernas e cauda do animal.

Atibar – Assentar a comida. Bebe-se chá para atibar uma refeição pesada.

Avaria – Proeza, aventura.

Aventar – Deitar fora.

Aziar – Conjunto de dois paus de cerca de 30 cm de comprimento e de dois a três cm de diâmetro que se colocavam nos beiços superiores de muares, cavalos e burros para os imobilizar durante tratamentos veterinários ou mesmo para os ferrar.

Bical – Esquisito nas preferências alimentares. Que come só alguma coisas.

Cabeção – Cabrestos colocados no gado cavalar e muar fora das horas de trabalho.

Cace – Concha para servir sopa ou caldo.

Canga – Em madeira reforçada a chapas de ferro colocada sobre os molins dos animais de tiro, onde encaixa a lança dos carros puxados por parelhas.

Cangalho – Canga para um único animal, mais frequentemente fixado aos varais do carro.

Canjirão – Vasilha grande para vinho.

Carcachada – Gargalhada.

Chaparro – Azinheira juvenil.

Debulha – Conjunto de operações para extrair as sementes de milho, cevada ou centeio dos molhos do cereal ceifado.

Empestocado – Que diz ou faz parvoíces.

Encetar – Tirar o primeiro bocado. Da refeição, bebida, sopa…

Enxapota – Ramo de azinheira ou de chaparro.

Encharnicado – Irritadiço.

Entaliscado – Entalado. Pequeno entalão. Entaladela.

Entretenga – Entretenimento.

Enxúndia – Gordura de galinha.

Escarapão – Variedade de cobra.

Escarapoado – Zangado.

Estrambalhar – Entornar ou espalhar.

Estrumeira – Lixeira, onde se depositavam todos os resíduos domésticos e profissionais.

Fastio – Pouco apetite.

Fezes – Trabalhos e situações difíceis, tarefas árduas.

Fueiro – Pau comprido e aguçado numa das pontas que se colocava nos lados dos carros de agrícolas para carregar cereais em rama.

Fundilhos – Remendos na parte de trás das calças.

Gorpelha – Saco grande feito de tiras de folha de palmeira para encher de palha ou transportar materiais a granel.

Gradar – Alisar o terreno lavrado, actividades realizada com grade.

Gregar – Vomitar [Santo André – Santiago do Cacém].

Machuco – Forma deturpada dada à palavras em Pedrógão do Alentejo. Corruptela.

Madeiro – Tronco grande de árvore usado para queimar nas lareiras.

Malata – Ovelha nova, ainda quase borrega.

Mercas – Termo antiga para compras.

Molim – Apetrecho almofadado para suportar a canga, que se coloca sobre o pescoço dos animais de tiro.

Murracinha – Chuvinha, chuva molha parvos.

Parelha – Dois animais que, em conjunto, rebocam carros ou puxam alfaias agrícolas como charruas, arados ou trilhos.

Pataleta – Episódio doentio como AVC, enfarte ou epilepsia.

Pernicar – Beliscar  [Santo André – Santiago do Cacém].

Perrumas – Bolas de cera de mel que, misturadas com farelos e com um fio de azeite, serviam de comida para cães.

Porca sara – Bicho de conta [Santo André – Santiago do Cacém].

Puxo – De arado ou de debulhadora, barrote usado para puxar alfaias ou veículos agrícolas, ligando a alfaia à canga. Lança.

Reguingalhos – Resíduos em suspensão no vinho.

Sovina 1 – Forreta.

Sovina 2 – Agulha de sapateiro, para furar cabedal.

Taipal – Cada uma das portas da frente e de trás dos carros agrícolas.

Taramenho – Precisão de movimentos. Usado geralmente pela negativa: diz-se que não tem taramenho quando deixa cair coisas ou foi descuidado na movimentação de objectos. Pessoa sem juízo, pessoa desorientada.

Tarro – Recipiente circular em cortiça com fundo e tampa do mesmo material. Por vezes tem uma pega em madeira.

Tendal – Parede lateral dos carros agrícolas.

Tesmalho – Rede de pesca fluvial artesanal.

Tição - Pedacito de madeira em brasa.

Tiçanito - Diminuitivo de Tição.

Travia – Comida para porcos. Comida ruim.

Trilho – Estrutura sobre rolos com espigões para debulhar trigo. Tem um assento para o almocreve e é puxado por muares.

Varais – Paus que ligam o carro ou charrete ao cangalho, dentro dos quais vai o animal.

Varrasco – Porco de cobrição.

Zurrapa – Vinho ruim.


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sábado, 28 de julho de 2012

Relembando outro aldrabão, o Sócrates


O aldrabão Relvas está na berra, mas outro, o do diploma domingueiro que nos atolou em dívida pública e nos meteu na boca da tróica, não pode ser esquecido.

Refugiado em Paris sob pretexto filosófico, onde vive como nababo, esqueceu as malfeitorias que fez a Portugal.

Compete aos portugueses não se esquecerem das suas aldrabices.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Um conselho a ter em boa conta


Porto, 22 Julho 2012

Numa sociedade comandada por clandestinos de gravatas de seda, relógios de ouro e princípios de pechisbeque só uma atenção redobrada e uma resistência às novas cangas garante o livre arbítrio.

Fica fora do quadrado, mesmo que te atirem com radical ou talibã. Sê livre pelo teu própio esforço.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Relvas vai estudar!


Em vez de aldrabar!


Esta imagem estava estampada na camisola de um contra flan académico. Operação bem mais complexa que traficar a equivalência de 32 trinta e duas de 36 disciplinas de um curso da "univerdidade" Lusófona.

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Bordel português!

Recebi com indicação de autoria do Bocage.


A vida é filha da puta.
A puta, é filha da vida.
Nunca vi tanto filho da puta
na puta da minha vida!


Seja quem for o autor, merece uma chapelada a preceito, que aqui fica.


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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Criatividade cidadã contra ministro aldrabão



Este quadradinho, aí de uns 23 x 26 mm, foi recortado de uma A4 e distribuído por um Cidadão anónimo aos manifestantes contra a presença do mentiroso Relvas no Governo.

Foi um pequeno gesto que contrasta com os grandes cartazes e apareceu pela primeira vez anteontem. Mostra bem que a campanha é um somatório de iniciativas individuais, ao contrário das orquestrações partidárias e sindicais.

Nessas, os cartazes, as faixas e as palavras de ordem são formatados em laboratórios profissionalizados e saem direitinhos, rigorosos, sem uma gota de autenticidade. Os seus portadores são oficiais disciplinados e missionários na forma e papagaios no conteúdo.

Em S. Bento, no dia 23 outro galo cantou! E cantará até o pavão cair do poleiro.

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terça-feira, 24 de julho de 2012

Gente séria em vez de mentiroso confesso



Apesar de menos manifestantes, o Rel-vas al-dra-bão De-mi-ssão de hoje tinha mais cartazes que há uma semana e mais sugestivos.


Mais consistente com menos gente, portanto. Gente decidida a bater o pé todas as segundas feiras até à demissão do aldrabão.


Este punhado de gente independente, livre de partidos e suas próteses sindicais, só quer uma coisa: gente séria a representar os portugueses.
No país das cunhas, de compadres e compadrio, estas centenas defendem a dignidade contra o oportunismo e a ética contra o chico espertismo.
Com organização incipiente e num período com meio Portugal de férias, é uma meia dúzia que se afirma pelas convicções e não pelo peso de multidão.
Mas era melhor que mais gente desse a carta por um país mais limpo, mais sério, sem Miguel Relvas no governo. Um comprovado mentiroso no governo é uma mancha na imagem de Portugal.



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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Nunca esquecer o horrendo crime católico



Descontado o palavreado da ideologia mitológica, resguardemos a memória do hediondo crime católico.

Para que não repitamos o derramamento de tanto sangue português em nome de insanas ideologias da crueldade em nome da pureza propagandeada como divina.

Noutras pares do mundo ainda hoje se assassina em nome de deus e se provocam horrendos sofrimentos ao serviço de mitos e ideologias que apregoam o amor ao próximo. Não aprenderam com os séculos de crimes da igreja católica apostólica romana.

Relvas – Aldrabão, pede a demissão!




Aldrabão, pede a demissão!

Aldrabão, pede a demissão!

Aldrabão, pede a demissão!


Continuamos a divulgar os incentivos à imperativa saída do Relvas do Governo de Portugal, cuja dignidade ofendeu. Este foi de há oito dias.

Um governo com um aldrabão é um retrato da evidente indiferença com que Passos e Cavaco olham para o futuro do nosso país: ética de chicos espertos, exigência de fura-vidas e pedagogia de descarados.

Do Passos estamos falados: é um troca tintas, todos os dias desmentindo o que disse na véspera e em vésperas de atolar no flan do Relvas.

Mas e o Cavaco que, numa das suas inconsequentes declarações, disse em Chaves, há uns largos meses, que tínhamos de honrar os nossos maiores!!! Que maior mentira!


Pois contra o aldrabão a manifestação da semana passada teve reforço mediático:



sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Relvas enganou; não estudou!




O Relvas enganou; não estudou!

O Relvas enganou; não estudou!

O Relvas enganou; não estudou!


Também esta foi uma afirmação do dia 16, desmascarando Miguel Relvas, frente ao Palácio de S. Bento.

Estavam televisões e um enxame de fotógrafos. Seria bom que dessem bom eco da dignidade do exercício cargos políticos exigida pelos manifestantes.

Não estando a sociedade ainda suficientemente educada para a ética, o reforço mediático terá, a prazo, um efeito despertador de consciências.





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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Um, dois, três, o Relvas vai de vez!



Um, dois, três, o Relvas vai de vez!


Um, dois, três, o Relvas vai de vez!


Um, dois, três, o Relvas vai de vez!


Este foi outro dos clamores contra Miguel Relvas, o indigno "ministro" do Passos, na segunda-feira, frente ao parlamento.

Na próxima segunda, às 19H00, será realizada nova manifestação pela higienização política de Portugal. Frente à AR, a casa da democracia onde a erradicação da contrafação académica será debatida, mais dia menos dia.

E novas alusões ao péssimo exemplo que o PM dá ao país virão à baila.

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Cartão Relvas

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Veja os milagres do Cartão Relvas.




Caro amigo leitor, estimada leitora, olhe que vida tão fácil!!! Olhe o exemplo do "governo" do PSD. Que "governo"...
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Abre portas e portões, abre mundos e fundos, até alarga horizontes, ambições e presunções, tudo por portas travessas:



Formigarras deixa aqui uma grande chapelada a esta pedagógica, lúcida e oportuna ferramenta contra o oportunismo e o chico-espertismo do Relvas e seus parceiros.

Com a devida vénia ao









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terça-feira, 17 de julho de 2012

Relvas – Para a decência não há equivalência!




Para a decência não há equivalência!


Para a decência não há equivalência!


Para a decência não há equivalência!


Frente à Assembleia da República, a frase foi dita e redita vezes sem conta.

Ontem protestou-se contra a presença de um traficante académico, Miguel Relvas, um mentiroso certificado, no governo de Portugal.



A manifestação juntou umas centenas de pessoas, muito poucas para a convulsão que o ainda ministro provocou na sociedade portuguesa com a sua ausência de escrúpulos. 



Convocadas por um desconhecido até há poucos dias, exibiram cartazes em que a ética foi dominante.

Ética que ainda não é suficientemente mobilizadora para os muitos que contestam as manigâncias do Relvas.





Todas as outras palavras de ordem serão aqui divulgadas nos próximos dias. E repetidas Até o aldrabão ser corrido.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Placa privada é mentira pública do Banco de Portugal



Esta é uma quinta do Banco de Portugal, em Caneças, banco público que mente ao colocar-lhe a etiqueta "privada".


Mesmo que o Banco de Portugal invoque uma artificiosa alínea do seu estatuto para escamotear a sua natureza pública não deixa por isso de mentir.


Intui-se que o banco queira resguardar o espaço de lazer de cobiçosas tentações de gente menos afortunada que os seus empregados. E percebe-se porquê: os portugueses não têm qualquer apreço por mordomias, ainda por cima depois da caríssima e escabrosa ineficácia dos últimos anos do supervisor da banca.
Mas em Portugal as mentiras têm prazo de validade, as do Sócrates e as do Relvas e agora esta do Banco de Portugal!
O que os mentirosos do BP não percebem é que deram mais uma machadada na credibilidade de quem é pago para gerir bens públicos. Atiram, assim, mais achas para o lumaréu da nossa indignação, que, quem sabe, um dia os chamuscará!
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Desmazelo ou "rigor mortis"?


Na rua Castilho esta placa sugere a existência de dois governos de Portugal. Talvez até de três.



De facto, a lei orgânica do governo diz que são estes os ministros:


Ora como a cada ministro corresponde um ministério, o da placa é um ministério faz de conta ou um ministério de contrafação. A exemplo de um certo ministro de canudo flan…
A terceira hipótese é um governo que nem sabe que departamentos tem, um governo com pés de barro, que não muda placas pois não tem esperança de grande longevidade.

Porém, se questionado pela incongruência, um porta voz de quarta linha dirá impante e displicentemente:
– Pormenores… o governo, o governo de Portugal, está focado nos problemas dos país, bla bla bla.

E o Formigarras, refletindo a consciência nacional, coçará o cocuruto magicando:
– Pois, pois, centrado no bem estar do povo e no rigor governativo...
Vê-se mesmo que há ali rigor... uma marca de rigor… à Relvas!!!




quarta-feira, 11 de julho de 2012

Bons caminhos


No tempo em que os arquitetos iam além das funcionalidades, faziam-se prédios com fachadas e colunas ornamentadas. E com mensagens...

Boa leitura.


 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Epitáfio do flan Relvas

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A pretensa licenciatura do ainda ministro Relvas provocou um dilúvio de tinta, bytes, desmentidos e comunicados muito útil.

Neste verão chocho, o Cavaco sem gabar vacas, a corrupção em liberdade e o futebol a banhos, precisávamos de animação.

O foco é desmentido; a "universidade" Lusófona desmente o indesmentível. Fingindo lavar-se por baixo, mostra quão urgente é a sua higiene. Converteu as ocupações de Relvas em 160 dos 180 créditos, fazendo-as equivaler a 32 disciplinas das 36  do curso. 11,11%!!!

Por mais que a "universidade" se esforce, esta equivalência leonina traduz um regabofe intolerável. Bolonha não pode ter costas tão largas.

Sobre esta caricatura de formação o Expresso lavrou, em vigoroso português, o epitáfio da "licenciatura" flan do Relvas:

O Expresso continuará a investigar este caso e não terá qualquer problema em corrigir algum erro eventualmente cometidos. A verdade é um termo que usamos há 40 anos e para a qual nunca precisámos de lições nem equivalências. [http://expresso.sapo.pt/comunicado-do-expresso-sobre-o-caso-miguel-relvas=f738190#ixzz200ttjX9u]

segunda-feira, 9 de julho de 2012

3 desavergonhados envergonham Portugal



Cá dentro e lá fora.

O Cidadão comum e a Merkl, o tutor do FMI e até o Cavaco têm vergonha de três portugueses sem vergonha.


Relvas não tem vergonha de ter feito 1,28 % – se fez!!! – das cadeiras de uma licenciatura.

Passos não tem vergonha de manter no governo aquele desavergonhado, quiçá rezando para que não esgravulhem no seu próprio canudo.

E Crato, o autoproclamado exigente Ministro da Educação, está calado que nem um rato em vez de desmontar e invalidar tamanho abuso. Desavergonhado!


Estes desavergonhados, poucachinhos, gente sem ética nem dignidade, empobrecem Portugal.

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Isto para não gastar latim com a inqualificável universidade Lusófona que conquistou o seu imprescindível encerramento. Com efeitos à  data do diploma que ofereceu ao Relvas.


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domingo, 8 de julho de 2012

Capilé nas veias




A professora era vigorosa e o aluno ponderado. Tão tão, que media cada palavra e a resposta frequentemente tardava.

O conteúdo raramente a desiludia, mas a lentidão exasperáva-a. Tão tão que o invetivava:

Oh rapaz, despacha-te lá que não temos o dia todo!

A cena repetia-se e quando a paciência se esgotava, acabavam-se-lhe os incentivos, as ajudas e lá vinha a artilharia verbal:

– Tu não deves ter sangue! Tens é capilé nas veias!


Outros tempos, outra pedagogia, pedagogia da pesada.  

!!!