quarta-feira, 17 de julho de 2013

O papa-cuspo

Chegou-me como A melhor da semana, mas duvido.

Esta obra prima de análise política, especialmente enquanto não forem travadas as investidas do volúvel e oportunista Portas a lugares de dignidade nacional, bem merece ser

A melhor do mês

 
Portas não tem parceiros e não tem correligionários porque não tem maturidade para funções de responsabilidade.
 
Parceiros são pessoas leais, que honram a palavra dada; quem não o faz não é parceiro, apenas um fingido e fugidio negociante de trampolins.
 
Por isso PP será sempre um aguado placebo conjuntural, nunca parceiro sólido, credível e fiável.
 
E os seus companheiros de partido, submetidos às suas descontroladas emoções, não passam de quebradiços brinquedos. Apesar de compensados pelas efémeras presenças televisivas.
 
A todos maltrata, pelo que resta a devida chapelada ao desconhecido criativo autor desta notável peça de sarcasmo, que tão bem retrata o figurão que tão má figura faz Portugal fazer.