terça-feira, 26 de novembro de 2013

Ciganos mascaram preguiça com cultura



Comunidades ciganas estão a mudar com a emancipação das mulheres
Encontro Nacional de Mulheres Ciganas vai realizar-se pela primeira vez para discutir os seus problemas
http://mulher.sapo.pt/atualidade/em-foco/artigo/comunidades-ciganas-estao-a-mudar-com-a-emancipacao-das-mulheres


Muitas ciganas são exemplos para os próprios maridos, exemplos que eles não seguem. Por preguiça.

Elas trabalham enquanto eles não mexem uma palha.

É vê-los, feitos paspalhos, sentados ou a cirandar sem norte nem destino, enquanto elas não param de procurar clientes. A Pascoal de Melo, em Lisboa, é um bom local para ver esta exploração familiar da mulher pelos preguiçosos maridos.

Fosse Portugal um Estado, especialmente se fosse um Estado de Direito, e a emancipação das ciganas seria uma realidade em poucos anos. Bastaria aplicar a lei da escolaridade obrigatória!

A verdade é que os ciganos, os homens, atrás da máscara da cultura, proíbem as filhas de seguirem estudos. Poucas vão para lá do ensino básico.

Dizia um, ainda há bem pouco tempo, na televisão, que as meninas têm de seguir a cultura cigana, cozinhar, tratar da casa e dos filhos. Isto nada tem a ver com cultura, é apenas um pretexto. Tal como os talibãs afegãos, o que eles verdadeiramente pretendem é eternizar a exploração das mulheres. É-lhe tão útil sentar-se à mesa e comer, comer as refeições que elas prepararam depois da venda.  
 
– Oh Maria, quando é que a sopa pronta?

– Oh Maria, traz o colaco!

– Oh Maria, puseste pouco, mal sabe a funcho...

– Oh Maria, fazes braço pra logo?

– Oh Maria, diz à tua filha para trazer a água.

– Oh Maria, até berra, tem sal a mais!

– Oh Maria, não sabe a nada, nem uma pedra de sal le prantastes.

E porque não hão-de os ciganos, os pais e os filhos, cozinhar refeições, limpar o rabo aos meninos, em suma, partilhar tarefas?

Por uma simples razão: é muito mais cómodo chamar cultura à sua preguiça e mandriar. Pois se até os jornais lhes dão palco para a grande manha!
 
 

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